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Questão de Fraturas periprotéticas do quadril (TARO 2018)

QuadrilFraturas periprotéticas do quadrilTARO 2018

Na fratura periprotética intra-operatória do fêmur após artroplastia total do quadril, a classificação de VANCOUVER tipo B1 significa:

  1. fratura sem desvio da diáfise
  2. perfuração cortical da diáfise
  3. perfuração cortical da metáfise
  4. fratura sem desvio da metáfise
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Gabarito: B · perfuração cortical da diáfise

Conceito-chave

Uma fratura periprotética é uma fratura do osso ao redor de uma prótese. No fêmur, ela pode acontecer durante a cirurgia, principalmente quando o cirurgião encaixa uma haste sem cimento, que precisa entrar sob pressão no canal do osso. O risco é maior com osso fraco (osteoporose), em revisões e quando o fêmur já tem alguma deformidade.

A classificação de Vancouver tem duas versões: uma para as fraturas que aparecem depois da cirurgia, e outra para as que acontecem durante ela (a classificação intraoperatória, de Masri e Duncan). A questão trata desta última.

Ela combina uma letra e um número:

A letra diz onde:

A: na metáfise proximal, a parte de cima do fêmur, alargada;

B: na diáfise, o corpo do osso, ao longo da haste;

C: abaixo da ponta da haste.

O número diz o tipo de dano:

1: perfuração da cortical (a parede do osso);

2: fratura sem desvio;

3: fratura desviada ou instável.

Assim, B1 é uma perfuração cortical na diáfise.

A conduta acompanha a gravidade: nas perfurações, coloca-se enxerto no orifício e usa-se uma haste que passe além dele; nas fraturas sem desvio, amarra-se o osso com cerclagens (fios ou cabos em volta); nas desviadas, reduz-se e fixa-se a fratura, geralmente com haste longa.

Na prova: Vancouver intraoperatória B1 é perfuração cortical da diáfise.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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