No pé torto residual com coluna lateral longa, entre 4 e 8 anos, o procedimento de escolha é a técnica de
- LICHTBLAU.
- DWYER.
- GOLDNER.
- EVANS.
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Conceito-chave
O pé torto residual da criança maior costuma ter uma assimetria de comprimento: a coluna medial ficou curta e a lateral, comprida. O pé desenha um feijão, com a borda lateral convexa. Os procedimentos de encurtamento lateral existem para endireitar essa borda, e cada um tem sua faixa de idade.
EVANS, a escolha entre 4 e 8 anos. O Tachdjian's Pediatric Orthopaedics, 6ª ed., cap. 19 (Disorders of the Foot, Congenital Talipes Equinovarus) (p. 733) chama a ressecção e artrodese calcaneocuboide de EVANS de procedimento de escolha nessa faixa. Retira-se uma cunha da articulação calcaneocuboide e funde-se a articulação: a coluna lateral encurta, o antepé abduz e a borda lateral fica reta. A artrodese é aceitável porque a calcaneocuboide contribui pouco para a mobilidade do pé.
Antes de 4 anos. Na criança pequena, o livro prefere não fundir: usa a técnica de LICHTBLAU (ressecção da extremidade anterior do calcâneo), o encurtamento do colo do calcâneo ou o decancelamento do cuboide, que encurtam sem sacrificar a articulação.
Acima de 6 anos, com coluna medial curta. A cunha do cuboide transferida ao primeiro cuneiforme encurta a lateral e alonga a medial ao mesmo tempo.
Os outros epônimos e seus alvos. DWYER é osteotomia do calcâneo para o varo fixo do calcanhar (Campbell p. 1060: ideal aos 3 a 4 anos, sem limite superior); GOLDNER aparece na liberação tibiotalar e na osteotomia supramaleolar para a rotação interna persistente, até 35 graus.
Por que esta questão foi criada. A prova perguntou a osteotomia dos metatarsos no aduto residual; os procedimentos da coluna lateral, com seus epônimos e idades, formam uma lacuna clássica do tema.
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