Na tríplice artrodese da sequela de pé torto congênito, a articulação com maior taxa de pseudartrose é a
- subtalar.
- calcaneocuboide.
- talonavicular.
- naviculocuneiforme.
Ver gabarito e conceito-chave
Conceito-chave
A tríplice artrodese é o procedimento de salvamento do pé torto residual rígido, e o capítulo traz três detalhes que separam a boa artrodese da ruim.
Quando indicar. O Tachdjian's Pediatric Orthopaedics, 6ª ed., cap. 19 (Disorders of the Foot, Congenital Talipes Equinovarus) (p. 736) reserva a tríplice para depois dos 10 anos, tanto para o varo residual quanto para o valgo hipercorrigido. O Campbell's Operative Orthopaedics, 15ª ed., cap. 31 (Congenital Anomalies of the Lower Extremity, Congenital Clubfoot) (p. 1059) concorda: acima de 10 anos, com as três deformidades presentes, a tríplice é a indicação.
Como alinhar. O pé é alinhado ao encaixe do tornozelo, não ao joelho: o que importa é a carga passar bem pelo tálus. Entre errar para um lado ou para o outro, o livro prefere leve valgo a varo residual, porque o varo sobrecarrega a borda lateral e o tornozelo.
Onde a fusão falha. A articulação que mais evolui para pseudartrose é a talonavicular, com até 23% de falha radiográfica nas séries citadas (p. 737).
A alternativa no pé muito rígido. No pé negligenciado ou multioperado, o Tachdjian descreve a correção por distração de ILIZAROV, sem liberação prévia, à custa de rigidez em todos os relatos (p. 738 a 741).
Por que esta questão foi criada. As sequelas cobradas até aqui foram as do antepé (fise do primeiro metatarso); a tríplice artrodese, desfecho de parte dos pés operados, ainda não caiu.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
Ver o comentário completo