Na classificação de DIMEGLIO, o pé torto congênito com 12 pontos corresponde ao grau
- I.
- II.
- III.
- IV.
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Conceito-chave
O DIMEGLIO já caiu perguntando quanto vale uma prega; o passo seguinte é saber transformar a soma em grau, porque é o grau que conversa com o prognóstico.
Como a nota é montada. No Tachdjian's Pediatric Orthopaedics, 6ª ed., cap. 19 (Disorders of the Foot, Congenital Talipes Equinovarus) (p. 713, figura 19.43), quatro componentes são medidos pela redutibilidade com goniômetro: equino (plano sagital), varo (frontal), derrotação do bloco calcaneopédico e adução do antepé (horizontal). Cada um vale de 4 a 1 ponto: 90 a 45 graus de rigidez valem 4; 45 a 20, 3; 20 a 0, 2; menos de 0 a -20, 1. Somam-se 1 ponto para cada um de quatro achados: prega posterior, prega medial, cavo e má condição muscular. O máximo é 20.
Os quatro graus.
- I, benigno (20% dos pés): menos de 5 pontos;
- II, moderado (33%): 5 a menos de 10;
- III, grave (35%): 10 a menos de 15;
- IV, muito grave (12%): 15 a menos de 20.
Um pé com 12 pontos cai, portanto, no grau III, já na metade de cima da escala de 20 pontos.
Para que serve. O Tachdjian prefere o DIMEGLIO a outras escalas por ser mais objetivo, e a nota inicial prediz o resultado aos 2 anos e avisa sobre a chance de tenotomia ou liberação (p. 712). O grau III é o mais frequente, o que ajuda a lembrar que mais de um terço dos pés chega grave.
Por que esta questão foi criada. O TARO 2024 cobrou o ponto da prega medial; esta questão cobra os cortes de grau, que a prova ainda não pediu e que costumam ser confundidos por um degrau.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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