Na coxa vara do desenvolvimento, a fise da cabeça femoral verticalizada sofre principalmente forças de
- compressão.
- cisalhamento.
- tração.
- torção.
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Conceito-chave
Por que uma fise vertical se deforma e uma fise horizontal não? PAUWELS respondeu com um desenho de forças que explica tanto a progressão da coxa vara quanto o tratamento.
A mecânica de PAUWELS. O Tachdjian's Pediatric Orthopaedics, 6ª ed., cap. 16 (Congenital Coxa Vara) descreve: no quadril normal, a força resultante (R) passa perpendicular à fise e ao centro da articulação, e a cartilagem da fise e do acetábulo fica sob compressão distribuída por igual. Na coxa vara, a fise fica vertical; a mesma força passa a cruzá-la de lado e a cisalhá-la. A fise, que tolera bem a compressão, é fraca contra o cisalhamento.
Como isso se encaixa na doença. O colo tem um defeito primário de ossificação na parte medial; mecanicamente fraco, cede em varo com os músculos e o peso, e a fise da cabeça migra para baixo pela área enfraquecida. Na radiografia, a fise alargada e vertical e o fragmento triangular em V invertido.
Como isso explica o tratamento. A osteotomia valgizante (intertrocantérica, como a de BORDEN, ou subtrocantérica) põe a fise de volta na horizontal, transforma o cisalhamento em compressão e estimula a ossificação do defeito. A variante em Y de PAUWELS também dá suporte à área fraca do colo.
Por que esta questão foi criada. As provas cobram o achado radiográfico e o ângulo de HILGENREINER-epifisário; esta questão cobra a física que liga os dois.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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