Na displasia fibrocartilaginosa focal da tíbia, a correção espontânea é mais provável com varo abaixo de
- 15 graus.
- 30 graus.
- 45 graus.
- 60 graus.
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Conceito-chave
A displasia fibrocartilaginosa focal imita o BLOUNT na radiografia de uma criança pequena, mas tem outra história natural: a maior parte melhora sozinha, e o número que separa quem melhora é 30 graus.
Como reconhecer. O Tachdjian's Pediatric Orthopaedics, 6ª ed., cap. 18 (Tibia Vara) (Box 18.3) descreve um varo abrupto na transição metáfise-diáfise, que não envolve a fise, com esclerose da cortical medial e, logo acima, uma lucência que corresponde ao tecido fibrocartilaginoso na inserção da pata de ganso. A deformidade fica mais distal que a do BLOUNT, e a criança pode parecer ter hiperextensão do joelho. Foi descrita por BELL em 1985; cerca de 60 casos foram relatados.
A evolução. Pouco mais da metade corrige espontaneamente, graças ao crescimento normal da fise proximal. Na maioria dos casos, a deformidade se resolve sem osteotomia, sobretudo com varo abaixo de 30 graus. O consenso é não operatório (observação ou órtese), com osteotomia só se houver progressão ou falta de melhora. Pode surgir discrepância de comprimento, por isso o seguimento é longo.
Por que esta questão foi criada. O TARO 2006 perguntou se a lesão inicial deve ser ressecada; o número que orienta a espera é a peça que faltava.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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