Na luxação aguda da patela do adolescente, o fragmento osteocondral costuma se originar
- do côndilo femoral medial.
- da faceta lateral da patela.
- do planalto tibial lateral.
- da faceta medial da patela.
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Conceito-chave
Para saber de onde sai o fragmento, basta imaginar o movimento. A patela luxa para fora e passa raspando sobre a borda do côndilo femoral lateral; na redução, volta para dentro e bate de novo nessa borda. Quem se choca são a faceta medial da patela e o côndilo femoral lateral.
O Rockwood and Wilkins' Fractures in Children (cap. 28, Fig. 28-17) mostra os dois locais. Na seção de luxação da patela, o capítulo resume o que a ressonância costuma mostrar: lesão do LPFM na patela, no fêmur ou nos dois, edema do vasto medial oblíquo na maioria e fratura osteocondral em cerca de um terço, a maioria arrancada da faceta medial da patela e, mais raramente, do côndilo lateral. Mesmo sem fragmento solto, há contusão óssea nos dois lados e fissuras na faceta medial e na crista mediana.
O Campbell's Operative Orthopaedics, 15ª ed. (cap. 38, Fig. 38.161) descreve o mesmo par: avulsões capsulares da margem medial da patela e fragmentos soltos da patela ou do côndilo femoral lateral.
Dois detalhes do Rockwood and Wilkins' Fractures in Children ajudam a raciocinar: a junção osteocondral do adolescente é mais fraca, e a patela alta (índice de INSALL acima de 1,3) diminui a chance de fratura osteocondral.
Por que esta questão foi criada. A banca já cobra a hemartrose e a fratura osteocondral na luxação; a origem do fragmento é a pergunta direta que falta.
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