Sobre a fise dos ossos da mão da criança e o padrão das fraturas fisárias, segundo o Rockwood and Wilkins' Fractures in Children, é correto:
- a zona germinativa é a mais fraca, por isso as fraturas a atravessam
- a zona de calcificação provisória é a menos resistente, pela falta de cálcio
- a zona hipertrófica (zona III) é a menos resistente, por não ter colágeno; as SALTER-HARRIS I e II predominam nos mais jovens e as III e IV perto da maturidade, quando a fise fica irregular
- a fise do adolescente é mais regular, o que diminui o risco de parada parcial
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Conceito-chave
A fise tem quatro zonas, e o Rockwood and Wilkins' Fractures in Children (cap. 8) explica por que a fratura escolhe uma delas:
- zona I, germinativa, e zona II, proliferativa: ricas em colágeno, resistentes;
- zona III, hipertrófica: sem colágeno, a menos resistente às forças mecânicas;
- zona IV, de calcificação provisória: o cálcio lhe dá a maior resistência estrutural.
Por isso a fratura fisária costuma correr pela zona III, o caminho de menor resistência. As lesões de alta energia, porém, podem ondular pelas quatro zonas.
A idade muda o desenho. Perto da maturidade, as zonas das falanges e dos metacarpos ficam irregulares, e o traço pode passar por várias delas; isso aumenta o risco de parada parcial depois das fraturas fisárias do adolescente. Daí o padrão: SALTER-HARRIS I e II nos mais jovens, III e IV nos que estão perto da maturidade.
Na mão, a tensão dos tecidos moles da criança pequena supera a da fise e da epífise; por isso as avulsões de tendão e de colateral são menos comuns que as fraturas fisárias.
Por que esta questão foi criada. As provas cobraram a SALTER-HARRIS III dos colaterais da metacarpofalângica; esta mostra a base histológica das fraturas fisárias da mão.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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