Adolescente de 14 anos cai de altura e tem fratura cominuta do pilão tibial, com envolvimento articular e fisário e 7 mm de desvio da fise. Segundo a classificação de LETTS citada pelo Rockwood and Wilkins' Fractures in Children, é do tipo
- I
- III
- II
- IV
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Conceito-chave
O pilão do adolescente fica entre dois mundos: tem a fise ainda aberta da criança e a energia e a cominuição do adulto. O Rockwood and Wilkins' Fractures in Children (cap. 30) traz a definição de LETTS: fratura do plafond tibial com envolvimento articular e fisário, envolvimento variável do tálus e da fíbula, cominuição variável e mais de 5 mm de desvio (Fig. 30-11).
A classificação, baseada em poucos casos, separa três tipos:
- tipo I: cominuição mínima, sem desvio fisário;
- tipo II: cominuição importante, desvio fisário menor que 5 mm;
- tipo III: cominuição importante, desvio fisário maior que 5 mm.
O caso tem cominuição e 7 mm de desvio da fise: tipo III. O capítulo inclui o pilão entre as fraturas de transição do adolescente, ao lado do TILLAUX, do triplanar, da fratura da incisura e das lesões da sindesmose, e diz que ele segue os princípios do adulto, inclusive a espera de 5 a 15 dias pelas partes moles antes da fixação definitiva.
Por que esta questão foi criada. As provas cobraram as fraturas de transição pelo TILLAUX e pelo triplanar; o pilão do adolescente é o outro lado dessa transição.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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