Na classificação AO Spine das fraturas toracolombares, citada pelo Rockwood and Wilkins' Fractures in Children, uma lesão de CHANCE de partes moles, com ruptura do complexo ligamentar posterior, é do tipo
- A3
- B2
- B3
- C
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Conceito-chave
A classificação AO Spine toracolombar (2013) é organizada pelo mecanismo, como uma escada de gravidade. O Rockwood and Wilkins' Fractures in Children (cap. 22) a reproduz:
- A, compressão: A0 lesões menores (processo transverso ou espinhoso), A1 cunha, A2 fratura em pinça ou "split", A3 explosão incompleta, A4 explosão completa;
- B, falha da banda de tensão: B1 banda de tensão posterior rompida só pelo osso (a CHANCE óssea, monossegmentar), B2 ruptura da banda de tensão posterior com lesão ligamentar, B3 lesão em hiperextensão (banda de tensão anterior);
- C, falha de todos os elementos: translação ou deslocamento (fratura-luxação).
A CHANCE de partes moles é a flexão-distração em que a separação posterior passa pelos ligamentos (a "faceta vazia" na tomografia axial), e cai em B2. A CHANCE puramente óssea seria B1; a diferença importa porque o osso consolida e o ligamento não costuma cicatrizar com estabilidade.
O capítulo comenta que a AO tem boa correlação com a TLICS e com a avaliação do complexo ligamentar posterior na cirurgia, e que as duas são válidas na criança, sem consenso sobre qual é melhor.
Por que esta questão foi criada. As provas cobraram DENIS (TARO 2022) e a faceta vazia (TEOT 2025); a AO é a classificação atual que liga as duas ideias.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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