Adolescente com suspeita de luxação esternoclavicular faz a incidência serendipity, com o raio inclinado 40 graus em direção cefálica e centrado no esterno. Segundo o Rockwood and Wilkins' Fractures in Children, na luxação posterior a clavícula do lado lesado aparece
- mais alta que a do outro lado
- mais baixa que a do outro lado
- do mesmo nível, porque a incidência só mostra luxação anterior
- duplicada pela sobreposição das costelas
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Conceito-chave
A articulação esternoclavicular é difícil de ver numa radiografia simples: clavícula medial, pulmões, costelas, esterno e coluna se sobrepõem, e um AP de tórax pode parecer normal (Fig. 20-16). O Rockwood and Wilkins' Fractures in Children (cap. 20) descreve incidências criadas para isso:
- HEINIG: tangencial, com o filme atrás do ombro oposto e o raio paralelo à clavícula do outro lado;
- HOBBS: perfil cefalocaudal a 90 graus, com o paciente sentado e debruçado sobre a mesa;
- serendipity (ROCKWOOD): filme atrás do tórax, raio 40 graus cefálico centrado no esterno, mostrando as duas esternoclaviculares de uma vez.
Na serendipity, a clavícula luxada para a frente aparece mais alta, e a luxada para trás, mais baixa que a do outro lado (Fig. 20-18). O raio inclinado para cima projeta para cima o que está na frente e para baixo o que está atrás.
Apesar dessas incidências, o capítulo diz que o jeito mais fácil de avaliar a esternoclavicular é a tomografia, que também mostra esôfago, traqueia, pulmões e grandes vasos. A ressonância separa luxação de fratura fisária sem radiação, mas a tomografia continua sendo a preferida no trauma agudo, sobretudo com sinais de compressão do mediastino.
Por que esta questão foi criada. O TARO 2025 (`pediatria-0533`) cobrou a manobra de redução da luxação posterior; o diagnóstico por imagem ficou como projeção.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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