Um ano depois de uma fratura do colo do rádio tratada sem cirurgia, menina de 10 anos tem movimento quase completo, um estalido na rotação do antebraço e a cabeça do rádio maior que a do outro lado na radiografia. Segundo o Rockwood, esse achado
- é raro e indica cirurgia para ressecar a cabeça
- é a sequela mais comum depois da perda de movimento (20% a 40%) e em geral não compromete a função
- é sinal de osteonecrose e pede ressonância urgente
- indica sinostose radioulnar em formação
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Conceito-chave
Depois da perda de movimento, o Rockwood crianças (cap. 11) aponta o crescimento excessivo da cabeça do rádio como provavelmente a sequela mais comum da fratura do rádio proximal, em 20% a 40% dos casos. A explicação aceita é o aumento da vascularização depois da lesão, que estimula a epífise, mas o mecanismo é pouco entendido.
A boa notícia: em geral não compromete a função. Pode dar crepitação ou estalido na rotação do antebraço, como na menina do caso.
As outras sequelas que o capítulo lista, para comparar:
| Sequela | O que saber |
|---|---|
| perda de movimento | a mais comum; mais pronação que supinação; quase não melhora depois de 6 meses |
| crescimento da cabeça | 20 a 40%; em geral sem prejuízo |
| fechamento fisário | frequente; encurtamento do rádio nunca maior que 5 mm (NEWMAN) |
| ângulo de carregamento | cerca de 10 graus a mais de valgo, sem prejuízo |
| osteonecrose | 10 a 20%; 25% depois de redução aberta |
| sinostose radioulnar | sobretudo depois de redução aberta de fraturas muito desviadas |
| miosite ossificante | comum (32% numa série), no supinador; ruim só se extensa ou com sinostose |
Por que esta questão foi criada. As provas cobraram a perda de pronação (TEOT 2024 e TARO 2010); as outras sequelas, que aparecem no seguimento, ficaram como projeção.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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