Na classificação de NEER e HORWITZ para as fraturas do úmero proximal da criança, uma fratura com desvio de metade do diâmetro da diáfise é do grau
- I
- II
- III
- IV
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Conceito-chave
A classificação de NEER e HORWITZ mede só uma coisa: quanto o fragmento distal escorregou em relação ao diâmetro da diáfise. O Rockwood crianças (cap. 19) dá os quatro graus:
| Grau | Desvio |
|---|---|
| I | até 5 mm |
| II | até um terço do diâmetro da diáfise |
| III | até dois terços |
| IV | mais de dois terços |
Metade do diâmetro passa de um terço e fica abaixo de dois terços: grau III.
A classificação não mede angulação nem rotação, e é por isso que a decisão de tratamento usa outra tabela, a da idade (Tabela 19-1), que junta angulação e desvio. Na prática, os graus I e II vão para tipoia em qualquer idade; acima de 12 anos, os graus III e IV com alinhamento inaceitável são reduzidos, e muitos são fixados, porque a perda da redução chega a 50% nos adolescentes.
Por que esta questão foi criada. As provas cobraram a tabela de desvio aceitável por idade (TEPOP 2024, `pediatria-0945`) e o tratamento do adolescente (TARO 2021, `pediatria-0595`), mas nunca a classificação que o capítulo usa para descrever o desvio. Projeção da seção de classificação do resumo.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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