Menino de 12 anos com luxação posterior do quadril tem, após a redução, fratura da borda posterior do acetábulo e quadril instável. Na classificação de STEWART-MILFORD, essa lesão é do grau
- II
- III
- I
- IV
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Conceito-chave
Toda luxação traumática do quadril pede duas perguntas depois da redução: houve fratura junto, e o quadril ficou estável? A classificação de STEWART-MILFORD, que o Rockwood (cap. 24) usa para as luxações da criança, responde as duas de uma vez.
| Grau | Fratura associada |
|---|---|
| I | nenhuma, ou pequena avulsão da borda do acetábulo |
| II | fratura da borda posterior, quadril estável após a redução |
| III | fratura da borda posterior, quadril instável após a redução |
| IV | fratura da cabeça ou do colo do fêmur |
A fratura da borda posterior é a mais comum junto da luxação posterior (Fig. 24-31 do livro: menino de 12 anos derrubado no futebol, redução fácil e quadril instável; fixação da borda e da cápsula pela via posterior). Na criança, a borda é em grande parte cartilagem: radiografia e tomografia subestimam a parede posterior, e o capítulo recomenda a ressonância para medi-la. Quando há fratura da cabeça, a classificação usada é a de PIPKIN.
Por que esta questão foi criada. O TEOT 2024 usou STEWART-MILFORD como distração numa questão de manobra de redução (`pediatria-0561`), mas a classificação nunca foi perguntada por si. É uma projeção da seção das luxações do resumo.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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