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Questão de Fraturas do fêmur e da perna na criança (OrtoQuestões Simulados)

Ortopedia pediátricaFraturas do fêmur e da perna na criançaOrtoQuestões Simulados

OrtoQuestões Simulados: elaborada a partir da bibliografia de referência e inspirada no padrão da prova. Não é questão oficial da prova nem foi elaborada, revisada ou endossada pela instituição organizadora.

Criança de 4 anos cai no trampolim e não apoia o membro; a radiografia do joelho não mostra traço de fratura. Segundo o Rockwood, são pistas radiográficas de uma fratura fisária ou metafisária oculta da tíbia proximal:

  1. sinal da gordura posterior ao fêmur e alargamento da fise distal do fêmur
  2. perda do contorno posterior nítido do tendão do quadríceps pela hemartrose e aumento do ângulo de inclinação anterior da fise proximal da tíbia
  3. elevação do coxim gorduroso de HOFFA e patela baixa
  4. linha de densidade aumentada na metáfise distal da tíbia e reação periosteal precoce na fíbula
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Gabarito: B · perda do contorno posterior nítido do tendão do quadríceps pela hemartrose e aumento do ângulo de inclinação anterior da fise proximal da tíbia

Conceito-chave

Fratura que não aparece é fratura que volta pior. O capítulo 27 do Rockwood dá as pistas para não deixar passar a lesão fisária ou metafisária da tíbia proximal sem desvio.

A hemartrose. Às vezes é a única evidência. Na radiografia em perfil, ela apaga os planos de gordura: o sinal mais útil, nas hemartroses pequenas e médias, é a perda do contorno posterior nítido do tendão do quadríceps; nas grandes, a patela se afasta do fêmur (Fig. 27-4).

O ângulo de inclinação anterior. Nas crianças de 2 a 5 anos, medir no perfil a inclinação anterior da fise proximal da tíbia ajuda a diagnosticar fraturas que não se veem. É a lesão por carga axial no joelho estendido, típica do trampolim, que o capítulo 29 também lembra.

Os próximos passos. Incidências oblíquas mostram traços escondidos; pequenos fragmentos de THURSTAN HOLLAND podem aparecer na metáfise. As radiografias em estresse diferenciam lesão fisária de ligamentar, mas doem e podem lesar a fise; a ressonância faz isso com mais segurança e conforto, e a tomografia define o envolvimento articular nos tipos III, IV e nas fraturas complexas da tuberosidade.

Por que esta questão foi criada. As provas cobraram muito a classificação e o tratamento, mas nunca como se faz o diagnóstico quando a radiografia parece normal. Projeção da seção "Diagnóstico e imagem" do resumo.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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