Segundo EHRENBORG, citado no Rockwood, o desenvolvimento da tuberosidade da tíbia passa pelos estágios, em ordem:
- apofisário, cartilaginoso, ósseo e epifisário
- epifisário, apofisário, cartilaginoso e ósseo
- cartilaginoso, epifisário, apofisário e ósseo
- cartilaginoso, apofisário, epifisário e ósseo
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Conceito-chave
A tuberosidade da tíbia é uma língua de cartilagem que desce da epífise e se apoia na frente da metáfise. EHRENBORG descreveu como ela amadurece, e o capítulo 27 do Rockwood resume os quatro estágios:
- cartilaginoso: do nascimento até o aparecimento do centro secundário de ossificação, que se mantém até cerca de 9 anos nas meninas e 10 nos meninos;
- apofisário: o centro de ossificação aparece na língua de cartilagem sobre a metáfise (o capítulo situa o núcleo da tuberosidade entre 9 e 14 anos);
- epifisário: a tuberosidade se une à epífise;
- ósseo: a tíbia proximal fica toda ossificada.
Por que isso importa para a fratura. A inserção do quadríceps fica na fronteira entre os centros da tuberosidade e da epífise. O risco de avulsão é mínimo até a adolescência, quando o mecanismo extensor amadurece e algumas fibras do tendão patelar passam a se estender para a diáfise. É também por isso que o adolescente que salta arranca a tuberosidade, e que, quanto mais fechada a fise, mais o traço entra na articulação. Na criança pequena, a mesma lesão pode aparecer só como uma lasca óssea, porque o resto é cartilagem.
Por que esta questão foi criada. A banca cobra a fratura da tuberosidade de todos os lados (quem, mecanismo, OGDEN, vasos), mas nunca a anatomia do desenvolvimento que explica por que ela acontece na adolescência. É uma projeção da seção "A tuberosidade: quem quebra e como" do resumo.
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