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Questão de Deficiências longitudinais dos membros (OrtoQuestões Simulados)

Ortopedia pediátricaDeficiências longitudinais dos membrosOrtoQuestões Simulados

OrtoQuestões Simulados: elaborada a partir da bibliografia de referência e inspirada no padrão da prova. Não é questão oficial da prova nem foi elaborada, revisada ou endossada pela instituição organizadora.

Criança de 2 anos com fêmur curto congênito: com os membros estendidos, o pé do lado curto chega ao meio da tíbia do lado normal; quadril e joelho podem ser funcionais. Segundo GILLESPIE, o grupo e a conduta mais provável são:

  1. grupo C, prótese desde já
  2. grupo B, rotacionoplastia
  3. grupo B, artrodese do joelho e amputação de SYME
  4. grupo A, candidato a alongamento do membro
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Gabarito: D · grupo A, candidato a alongamento do membro

Conceito-chave

Peça para a criança deitar com as duas pernas esticadas e olhe onde fica o pé do lado curto. Esse gesto simples, que não precisa de radiografia, resume a classificação de GILLESPIE e quase decide o tratamento.

Uma classificação feita para tratar. O Tachdjian descreve a classificação de GILLESPIE como clínica e voltada ao tratamento, com três grupos (cap. 21, Fig. 21.16):

  • Grupo A: o fêmur é até 50% mais curto que o normal, e quadril e joelho podem ser feitos funcionais. É o que também se chama de fêmur curto congênito. No exame, o pé do lado afetado chega pelo menos ao meio da tíbia do lado normal. São candidatos ao alongamento.
  • Grupo B: fêmur mais curto; o pé fica acima do meio da tíbia, muitas vezes na altura do joelho normal. Em geral, amputação ou rotacionoplastia e prótese.
  • Grupo C: ausência subtotal do fêmur. A artrodese do joelho não é indicada, e o tratamento é protético.

A conta do alongamento. Na maioria dos fêmures curtos congênitos, a discrepância prevista na maturidade fica abaixo de 20 cm, e o fêmur tem pelo menos 40% a 60% do comprimento do outro. Nesses casos, o alongamento costuma ser o tratamento ideal. Para dar certo, o quadril e o fêmur proximal precisam estar estáveis; o PALEY recomenda corrigir antes o varo do colo e a displasia acetabular. A previsão da discrepância final parte da premissa de que a porcentagem de encurtamento se mantém durante o crescimento.

Por que esta questão foi criada. É uma questão de projeção sobre o grupo de GILLESPIE que o TARO cobra com a indicação de alongamento. O resumo Deficiências dos membros na criança junta os grupos e as condutas.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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