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Questão de Outras fraturas na criança (OrtoQuestões Simulados)

Ortopedia pediátricaOutras fraturas na criançaOrtoQuestões Simulados

OrtoQuestões Simulados: elaborada a partir da bibliografia de referência e inspirada no padrão da prova. Não é questão oficial da prova nem foi elaborada, revisada ou endossada pela instituição organizadora.

Sobre a tala em pinça de confeiteiro (sugar-tong) do antebraço, segundo o capítulo:

  1. serve só como imobilização provisória e nunca como tratamento definitivo
  2. pode ser o tratamento definitivo se for confortável e reapertada em 5 a 10 dias, quando o edema diminui; a tala de gesso de paris não deve passar de 10 camadas nem ter as pontas dobradas
  3. deve ter pelo menos 20 camadas para resistir até a consolidação
  4. a faixa elástica apertada usada durante a presa deve ser mantida depois, para conservar o molde
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Gabarito: B · pode ser o tratamento definitivo se for confortável e reapertada em 5 a 10 dias, quando o edema diminui; a tala de gesso de paris não deve passar de 10 camadas nem ter as pontas dobradas

Conceito-chave

A tala em pinça de confeiteiro tem esse nome pela forma: ela abraça o antebraço por baixo e por cima, dando a volta no cotovelo, como a pinça que pega um doce. Por não ser circular, ela deixa o membro inchar, e por envolver o cotovelo, controla a rotação do antebraço. A questão pergunta se ela pode ser o tratamento definitivo e quais são os cuidados que a tornam segura.

Para que serve. É um suporte provisório eficaz do punho e do antebraço até a redução definitiva com gesso ou a fixação interna, porque permite o edema. Mas também pode ser o tratamento definitivo, desde que seja confortável e seja reapertada em 5 a 10 dias, quando o edema diminui. Nessa hora, troca-se a faixa elástica ou envolve-se a tala com fibra de vidro (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 4).

Como medir. O braço sadio serve de molde. A tala deve ser larga o bastante para apoiar inteiras as faces volar e dorsal, sem sobrepor nas bordas radial e ulnar, e comprida o bastante para ir da prega de flexão das metacarpofalângicas, na palma, em volta do cotovelo fletido a 90 graus, até as cabeças dos metacarpais, no dorso (Fig. 4-12A). A tala de gesso de paris deve ter no máximo 10 camadas e o comprimento certo, para as pontas não precisarem ser dobradas: dobrar aumenta a espessura e o calor da presa, e o capítulo lembra que uma tala dobrada pode chegar a 20 ou 30 camadas, já na faixa de queimadura. Recorta-se o material em volta da base do polegar e fazem-se cortes de alívio no cotovelo para não embolar.

Como aplicar. O braço reduzido é envolvido com 3 a 4 camadas de algodão da mão até o cotovelo. A tala é mergulhada em água fria, o excesso é retirado e as camadas são esfregadas para se fundirem e ganharem resistência; as pontas recebem 2 a 3 camadas de algodão, para ficarem macias. Uma volta de algodão segura a tala, e uma faixa elástica bem apertada ajuda no molde final até o gesso endurecer (Fig. 4-12C). Depois de endurecer, essa faixa é retirada e trocada por uma faixa autoaderente aplicada sem tensão (Fig. 4-12D). É esse truque que deixa a tala justa sem ficar apertada. Quem teme algodão circular demais pode forrar a própria tala com 3 a 5 camadas e aplicá-la assim.

A mesma tala no braço. No úmero proximal, uma tala em pinça do braço é aplicada em etapas, passando pela axila e subindo pelo ombro, também com a faixa apertada só até endurecer (Fig. 4-16). O resumo Gesso e tala na criança reúne as duas.

Por que esta questão foi criada. É uma questão de projeção. Reapertar em 5 a 10 dias e o limite de 10 camadas são os números da seção.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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