Segundo o capítulo, o tempo habitual de imobilização das fraturas na criança é de
- cerca de 4 semanas na mão e no pé, 3 a 6 semanas no cotovelo, 12 a 16 semanas na diáfise da tíbia e 6 semanas na maioria das outras fraturas
- 6 semanas na mão e no pé, 8 semanas no cotovelo e 6 semanas na diáfise da tíbia
- 2 semanas em todas as fraturas, porque a criança consolida rápido
- o mesmo do adulto, sem diferença pela idade
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Conceito-chave
Por que tanta fratura da criança termina num gesso, quando o adulto com a mesma fratura iria para o centro cirúrgico? O capítulo dá a medida logo na introdução: mais de 90% das fraturas do antebraço do adulto são operadas; na criança, 90% são tratadas com redução e gesso. A explicação está na consolidação rápida e na remodelação, e é ela que também explica por quanto tempo o gesso fica.
O que o gesso precisa fazer. Proteger e dar estabilidade ao osso fraturado, manter o alinhamento e proteger de nova lesão até a consolidação. Como a criança remodela, basta um alinhamento aceitável, que vai se corrigir até o normal ao fim do crescimento. Quanto mais nova a criança, mais desvio se aceita, e a deformidade perto da fise e no plano do movimento da articulação remodela mais. A rigidez articular raramente é problema a longo prazo na criança, embora tornozelo, cotovelo e dedos sejam os lugares mais propensos (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 4).
Quanto tempo. Depende da idade e do local. Lactentes e recém-nascidos consolidam mais rápido que adolescentes. Em geral: mão e pé, 4 semanas; cotovelo, 3 a 6 semanas; diáfise da tíbia, 12 a 16 semanas; a maioria das outras fraturas, 6 semanas. Antes de tirar o gesso, é preciso documentar a consolidação na radiografia e confirmar que a criança não tem dor no foco.
| Região | Tempo habitual |
|---|---|
| Mão e pé | 4 semanas |
| Cotovelo | 3 a 6 semanas |
| Diáfise da tíbia | 12 a 16 semanas |
| Maioria das outras | 6 semanas |
Quando o gesso não é a resposta. Fraturas em que não se consegue ou não se mantém alinhamento ou comprimento, fraturas intra-articulares desviadas e muitas fraturas da fise vão para a cirurgia; depois dela, o membro pode ser protegido com tala ou gesso. E há um princípio que o capítulo repete na conclusão: o gesso mantém a redução, não deve ser usado para obter a correção. Usar o gesso para corrigir à força causa úlceras e lesões de partes moles.
Como a posição do gesso ajuda. Para diminuir o movimento no foco, o gesso inclui a articulação acima, a abaixo ou ambas, e quanto mais proximal a fratura, mais provável incluir as duas; gesso mais longo resiste mais à rotação. A posição do membro neutraliza as forças: na subtrocantérica, o fragmento proximal é puxado em flexão, abdução e rotação externa, e o distal tem de acompanhar a flexão causada pelo psoas. O resumo Gesso e tala na criança traz a tabela dos tempos.
Por que esta questão foi criada. É uma questão de projeção. Os tempos por região são números redondos que a banca pode pedir em lista.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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