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Questão de Fraturas do antebraço e punho na criança (OrtoQuestões Simulados)

Ortopedia pediátricaFraturas do antebraço e punho na criançaOrtoQuestões Simulados

OrtoQuestões Simulados: elaborada a partir da bibliografia de referência e inspirada no padrão da prova. Não é questão oficial da prova nem foi elaborada, revisada ou endossada pela instituição organizadora.

Sobre as fraturas do rádio distal da criança, segundo os dados novos da 10ª edição, é correto:

  1. a fratura em galho verde é o padrão mais comum do rádio distal
  2. a deformidade coronal nunca remodela, e qualquer desvio coronal deve ser reduzido
  3. as SALTER-HARRIS III e IV do rádio distal quase nunca param o crescimento
  4. num registro multicêntrico, o toro foi o padrão mais comum (44%) e quase 85% das fisárias eram SALTER-HARRIS II; abaixo de 12 anos, até 24 graus de desvio coronal remodelam, e as SALTER-HARRIS III e IV tiveram distúrbio de crescimento em 43%
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Gabarito: D · num registro multicêntrico, o toro foi o padrão mais comum (44%) e quase 85% das fisárias eram SALTER-HARRIS II; abaixo de 12 anos, até 24 graus de desvio coronal remodelam, e as SALTER-HARRIS III e IV tiveram distúrbio de crescimento em 43%

Conceito-chave

A 10ª edição, agora de Apurva S. Shah, traz números de um registro prospectivo multicêntrico e revê dois dogmas: o desvio coronal e a fise articular.

O registro. No registro americano de fraturas do rádio distal da criança, 44% foram toro, 31% completas ou bicorticais metafisárias, 21% fisárias e só 2% a 3% galho verde. Das fisárias, quase 85% são SALTER-HARRIS II (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 9).

A remodelação coronal. Dizia-se que o desvio coronal remodelava pouco e limitava a rotação. LYNCH mostrou, abaixo de 12 anos, remodelação coronal média de 2,3 graus por mês e sugeriu aceitar até 24 graus de desvio coronal nessa idade. A regra geral do capítulo: 10 a 30 graus sagitais, 10 a 20 coronais e até baioneta remodelam na criança com pelo menos 2 anos de crescimento.

A fise. Parada do crescimento em 4% a 7% das fisárias desviadas do rádio distal (4,4% numa série; 4% em 290 de BAE e WATERS); na ulna distal, até 50%. As raras SALTER-HARRIS III e IV (intra-articulares) tiveram distúrbio de crescimento em 43% (KALLINI). O autor recomenda radiografia de controle 6 a 9 meses após a lesão fisária.

A fratura exposta. Cerca de 1% das metafisárias. O padrão continua sendo limpeza e desbridamento cirúrgicos, mas estudos retrospectivos mostraram infecção de 2,5% a 4% no tratamento sem centro cirúrgico do GUSTILO 1, comparável à do tratamento cirúrgico; é tema de controvérsia, sem estudo prospectivo.

Por que esta questão foi criada. É uma questão de projeção sobre o que a 10ª edição acrescentou: o registro, a remodelação coronal e a fise articular.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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