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Questão de Ombro e cotovelo da criança (OrtoQuestões Simulados)

Ortopedia pediátricaOmbro e cotovelo da criançaOrtoQuestões Simulados

OrtoQuestões Simulados: elaborada a partir da bibliografia de referência e inspirada no padrão da prova. Não é questão oficial da prova nem foi elaborada, revisada ou endossada pela instituição organizadora.

Sobre a radiografia do cotovelo traumatizado da criança, segundo o capítulo, é correto:

  1. quando a criança não estende o cotovelo, a incidência de JONES (axial do úmero distal) evita a sobreposição do rádio e da ulna; e a cabeça do rádio ossificada deve estar sempre alinhada com o capítulo, porque a subluxação sutil passa despercebida e tem consequências
  2. a fratura por compressão anterior da epífise do rádio deve ser lida como centro bipartido
  3. o AP com o cotovelo fletido mostra bem o úmero distal
  4. a linha radiocapitelar só vale antes de a cabeça do rádio ossificar
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Gabarito: A · quando a criança não estende o cotovelo, a incidência de JONES (axial do úmero distal) evita a sobreposição do rádio e da ulna; e a cabeça do rádio ossificada deve estar sempre alinhada com o capítulo, porque a subluxação sutil passa despercebida e tem consequências

Conceito-chave

O cotovelo machucado não estende, e o AP com o cotovelo fletido sobrepõe tudo. A 10ª edição reforça duas ferramentas simples: a incidência de JONES e a linha radiocapitelar.

As incidências padrão. AP com o cotovelo estendido e perfil a 90 graus com o antebraço neutro. Na criança traumatizada, estender costuma ser impossível (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 13).

A incidência de JONES. Axial do úmero distal, útil quando a criança não estende, no trauma agudo ou após redução, gesso ou fios: o AP com o cotovelo fletido tem o rádio e a ulna sobrepostos e esconde lesões (Fig. 13-15). O ângulo de BAUMANN se mede bem também na JONES. Com suspeita e AP e perfil normais, oblíquas interna e externa ajudam a ver a cabeça do rádio, o coronoide e o desvio das fraturas do côndilo lateral, do epicôndilo medial e supracondilianas.

A linha radiocapitelar. Depois de ossificada, a cabeça do rádio deve sempre se alinhar com o capítulo. Mudanças sutis desse alinhamento são perdidas e têm consequências de longo prazo (Fig. 13-20: subluxação anterior do rádio, comparada com o outro lado). O capítulo, que aparece cedo, é marco confiável a partir dos 2 anos.

Bipartido ou fratura. A cabeça do rádio pode ossificar bipartida ou irregular, sem fratura. Mas a fratura por compressão anterior da epífise do rádio não deve ser lida como centro bipartido: correlação clínica e imagem avançada.

Por que esta questão foi criada. É uma questão de projeção sobre o que a 10ª edição acrescentou: a incidência de JONES e a linha radiocapitelar como rotina na leitura do cotovelo.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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