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Questão de Fraturas do pé na criança (OrtoQuestões Simulados)

Ortopedia pediátricaFraturas do pé na criançaOrtoQuestões Simulados

OrtoQuestões Simulados: elaborada a partir da bibliografia de referência e inspirada no padrão da prova. Não é questão oficial da prova nem foi elaborada, revisada ou endossada pela instituição organizadora.

Criança de 6 anos cai de pequena altura, tem dor no calcâneo e radiografia inicial sem traço evidente. Segundo o capítulo, sobre a fratura do calcâneo na criança,

  1. é comum, e a maioria é intra-articular
  2. a radiografia inicial quase sempre mostra o traço
  3. é rara, a maioria abaixo dos 14 anos é extra-articular, muitas passam despercebidas (44% a 55%) e a radiografia de 2 semanas costuma mostrar o traço; o ângulo de BOHLER deve ser comparado com o lado oposto
  4. o ângulo de BOHLER normal da criança é maior que o do adulto
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Gabarito: C · é rara, a maioria abaixo dos 14 anos é extra-articular, muitas passam despercebidas (44% a 55%) e a radiografia de 2 semanas costuma mostrar o traço; o ângulo de BOHLER deve ser comparado com o lado oposto

Conceito-chave

O calcâneo da criança quebra pouco e quebra diferente: a cartilagem absorve a energia e o traço raramente entra na articulação.

A frequência e o padrão. Rara: 1 em 100.000 fraturas. Abaixo dos 14 anos, predominam as extra-articulares (o calcâneo absorve a compressão em vez de a dissipar pela articulação); 78% extra-articulares numa série. No adolescente, o padrão é o do adulto, com menos cominuição mesmo com quedas maiores (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 31).

O mecanismo. Queda de altura, de longe o mais comum; depois, veículos; também esmagamento (com síndrome compartimental) e cortador de grama (expostas). Na criança pequena, quedas menores de 4 pés geram fraturas sem desvio, diagnosticadas tarde.

O diagnóstico tardio. 44% a 55% perdidas inicialmente. A radiografia de 2 semanas costuma mostrar o traço. Incidências: anteroposterior, perfil (faceta posterior, BOHLER) e axial de HARRIS; oblíquas para o processo anterior. Tomografia é o melhor exame; a ressonância ajuda na criança pequena. Diferenciais: SEVER, osteomielite, cisto, fratura de estresse.

Os ângulos. BOHLER: adulto 20 a 40 graus; na criança, um pouco menor (ossificação incompleta): comparar com o lado oposto. O calcâneo só se parece com o do adulto depois dos 10 anos. GISSANE: 95 a 105 graus.

Associadas. Mais fraturas dos membros inferiores que no adulto (o dobro) e menos do esqueleto axial (metade); avaliar coluna lombar, punho e membros.

Por que esta questão foi criada. É uma questão de projeção. O calcâneo da criança é extra-articular, oculto e tem BOHLER próprio.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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