Sobre as lesões associadas à fratura da espinha tibial na criança, segundo o capítulo, é correto:
- lesões condrais articulares são comuns e exigem ressonância de rotina
- a lesão associada mais citada é a do menisco (37% numa série prospectiva), quase sempre do lateral e mais frequente nos mais velhos
- a lesão do LCP acompanha a maioria
- a fratura supracondiliana do fêmur é a associação mais frequente
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Conceito-chave
Lesões associadas são incomuns na fratura da espinha tibial, mas, quando aparecem, quase sempre são de menisco. E o perfil do paciente ajuda a prever.
Os números. Edema ósseo apareceu em 18 de 20 ressonâncias (SHEA). Mas KOCHER, em 80 imaturos operados, não achou lesões condrais articulares. Lesões meniscais foram relatadas em 0% a 40% das ressonâncias; num estudo prospectivo, 37% (20 de 54) dos operados. Idade maior, TANNER avançado e puberdade associaram-se à lesão meniscal, e 90% eram do menisco lateral. Lesão colateral ou avulsão proximal do LCA associadas são raras, em relatos de caso (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 28, Fig. 28-1).
A diferença do encarceramento. Não confundir a lesão meniscal (rotura, sobretudo do lateral) com o encarceramento do menisco sob o fragmento (sobretudo o corno anterior do medial). Os dois justificam olhar a articulação por artroscopia nas fraturas desviadas.
O que fazer. Testar com cuidado os outros ligamentos e comparar com o outro joelho; ressonância quando o fragmento é fino ou se suspeita de lesão associada; na fixação, a artroscopia diagnóstica avalia os meniscos.
Por que esta questão foi criada. É gêmea do TEPOP 2024 (`pediatria-0949`), que perguntou a lesão associada mais comum da fratura da espinha tibial (lesão meniscal). Depois, faça a oficial.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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