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Questão de Joelho da criança (OrtoQuestões Simulados)

Ortopedia pediátricaJoelho da criançaOrtoQuestões Simulados

OrtoQuestões Simulados: elaborada a partir da bibliografia de referência e inspirada no padrão da prova. Não é questão oficial da prova nem foi elaborada, revisada ou endossada pela instituição organizadora.

Na fixação artroscópica de uma fratura tipo III da espinha tibial, os autores preferem

  1. parafuso transfisário em qualquer idade, pela maior resistência
  2. fios de KIRSCHNER cruzando a fise proximal da tíbia
  3. parafuso canulado epifisário se o fragmento é grande e o paciente está perto da maturidade; sutura nos fragmentos pequenos ou cominutos e nos mais novos
  4. apenas imobilização após a redução artroscópica
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Gabarito: C · parafuso canulado epifisário se o fragmento é grande e o paciente está perto da maturidade; sutura nos fragmentos pequenos ou cominutos e nos mais novos

Conceito-chave

Reduzido o fragmento pela artroscopia, como prendê-lo? O capítulo descreve duas técnicas e diz quando usar cada uma.

Os princípios. Esvaziar a hemartrose antes de olhar; artroscopia diagnóstica (meniscos); desbridar o coxim gorduroso; desbridar a base do fragmento e o leito; liberar o menisco ou o intermeniscal encarcerado; reduzir com probe com o joelho entre 30 e 90 graus (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 28).

Parafuso epifisário. Fios-guia por portais logo acima e ao lado da patela, direcionados para baixo, na base do LCA; perfurar todo o fragmento sem atravessar a fise proximal da tíbia; um ou dois parafusos canulados parcialmente roscados (3,5 mm na criança, 4 ou 4,5 mm no adolescente). Perto da maturidade, o parafuso pode cruzar a fise. Testar o arco de movimento e o impacto da cabeça na extensão.

Sutura. Fios passados pela base do LCA no nível da inserção (um anterior, um posterior), puxados por dois túneis tibiais finos (menos de 3 mm) feitos com o guia do LCA, com uma ponte óssea de 1 cm, e amarrados sobre ela. Os autores retiram um pouco de osso do leito para hiper-reduzir levemente, compensando o estiramento das fibras do LCA. Sutura é mais resistente que parafuso em estudos biomecânicos; absorvível e não absorvível equivalem; sem relatos de distúrbio de crescimento pelos túneis finos.

A escolha dos autores. Parafuso canulado epifisário se o fragmento é grande e o paciente está perto da maturidade; sutura nos fragmentos pequenos, cominutos e nos mais novos (o parafuso pode cominuir mais o fragmento).

O pós-operatório. Órtese articulada, carga de toque por 6 semanas, movimento 0 a 30 graus por 6 semanas, órtese travada em extensão à noite; fisioterapia com 6 semanas; esporte em 12 a 16 semanas. Parafusos não são retirados de rotina.

Por que esta questão foi criada. É uma questão de projeção. A escolha entre parafuso e sutura e o cuidado com a fise aparecem com frequência.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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