Menino de 10 anos com fratura da espinha tibial tipo I de MEYERS e MCKEEVER. Segundo os autores, o tratamento é
- gesso em 30 graus de flexão por 3 semanas
- gesso longo (ou órtese travada no adolescente) em extensão completa por cerca de 6 semanas, com radiografia em 1 a 2 semanas, e retorno ao esporte em 3 a 4 meses
- fixação artroscópica com parafuso
- movimento livre imediato, sem imobilização
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Conceito-chave
O tipo I quase não desviou. Mesmo assim, o capítulo pede cuidado com a posição: perder a extensão é pior que perder a flexão.
O tipo I. Órtese articulada travada no adolescente ou gesso longo na criança menor, em extensão completa (0 grau), para evitar perda da redução e contratura em flexão, mais difícil de tratar que a perda de extensão. Radiografia em 1 a 2 semanas para ver se não desviou. Retirada com 6 semanas, com consolidação na radiografia; depois órtese articulada e fisioterapia. Volta ao esporte em 3 a 4 meses, com consolidação, movimento e força (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 28).
O tipo II. Tentativa suave de redução fechada com extensão do joelho (alguns usam 20 a 30 graus de flexão; aspiração do hematoma é opcional). Se reduzir, tratamento como o tipo I, com radiografias em 1 e 2 semanas. Se não reduzir ou desviar depois, cirurgia. MEYERS e MCKEEVER recomendavam gesso em 20 graus para os tipos I e II; KOCHER só conseguiu reduzir 50% dos tipos II.
O tipo III. Cirurgia primária (artroscópica; aberta medial parapatelar se preciso).
Não é tão benigno. SHIMBERG: em 48 tipos I, 25% tinham lesões associadas, 8% precisaram de reconstrução do LCA e 8% de cirurgia meniscal depois.
Por que esta questão foi criada. É uma questão de projeção. A imobilização em extensão completa e os prazos são os detalhes práticos do tratamento conservador.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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