Na classificação de MEYERS e MCKEEVER das fraturas da espinha tibial, o fragmento cujo terço a metade anterior está elevado, mas continua articulado pela borda posterior com a epífise, é o tipo
- II
- I
- III
- IV de ZARICZNYJ
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Conceito-chave
A classificação de MEYERS e MCKEEVER é simples: depende de quanto o fragmento da espinha subiu. E é ela que guia o tratamento.
Os tipos. Tipo I: desvio mínimo do fragmento em relação ao restante da epífise proximal da tíbia. Tipo II: o terço a metade anterior do fragmento está elevado, mas o fragmento continua articulado (em dobradiça) pela borda posterior, em contato com a epífise. Tipo III: separação completa, com desvio para cima e rotação. ZARICZNYJ acrescentou o tipo IV: cominuição do fragmento (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 28, Figs. 28-4 e 28-5).
A imagem. O perfil é a incidência mais útil para classificar. O fragmento pode ser quase todo cartilagem, com uma lâmina fina ossificada; olhar com cuidado. Tomografia se o desvio é duvidoso (se a maior parte da inserção do LCA estiver reduzida, trata-se sem cirurgia). Ressonância confirma o diagnóstico com fragmento fino e avalia lesões associadas. A concordância entre observadores é boa para separar o tipo I dos II e III, mas distinguir II de III pode ser difícil.
O tratamento por tipo. I = sem cirurgia. II = tentativa de redução fechada; se reduzir, sem cirurgia; se não, cirurgia. III = cirurgia (redução artroscópica ou aberta e fixação).
Por que esta questão foi criada. É gêmea do TARO 2024 (`pediatria-0535`), que mostrou uma figura e pediu o tipo de MEYERS e MCKEEVER (tipo II). Depois, faça a oficial.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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