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Questão de Fraturas do antebraço e punho na criança (OrtoQuestões Simulados)

Ortopedia pediátricaFraturas do antebraço e punho na criançaOrtoQuestões Simulados

OrtoQuestões Simulados: elaborada a partir da bibliografia de referência e inspirada no padrão da prova. Não é questão oficial da prova nem foi elaborada, revisada ou endossada pela instituição organizadora.

Menina de 6 anos com MONTEGGIA tipo I por deformidade plástica da ulna. Segundo o capítulo, a sequência correta da redução fechada e da imobilização é

  1. corrigir primeiro o comprimento e a angulação da ulna, depois fletir o cotovelo para reduzir a cabeça e imobilizar em cerca de 110 a 120 graus de flexão
  2. reduzir primeiro a cabeça em extensão e depois a ulna em pronação
  3. imobilizar em extensão completa e supinação
  4. aceitar a curvatura da ulna se a cabeça reduzir
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Gabarito: A · corrigir primeiro o comprimento e a angulação da ulna, depois fletir o cotovelo para reduzir a cabeça e imobilizar em cerca de 110 a 120 graus de flexão

Conceito-chave

Na deformidade plástica a ulna não "quebrou", entortou. Se a curvatura não for corrigida, a cabeça não fica no lugar. O capítulo dá a ordem: primeiro a ulna, depois a cabeça.

A ulna primeiro. Restabelecer o comprimento com tração longitudinal e corrigir a angulação com pressão manual no ápice, antebraço em supinação relaxada, até corrigir clínica e radiograficamente. Na deformidade plástica, a força necessária é grande e pede sedação, muitas vezes anestesia geral; no galho verde, a sedação consciente no pronto-socorro costuma bastar. Alguns relatam sucesso com a ulna não anatômica, mas o capítulo defende redução e consolidação anatômicas (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 12, Fig. 12-25).

A cabeça depois. Com a ulna restaurada, a cabeça costuma voltar ao fletir o cotovelo a 90 graus ou mais; às vezes, pressão posterior sobre a cabeça. Flexão de 110 a 120 graus estabiliza. Conferir no perfil verdadeiro com supinação: o eixo do rádio pelo centro do capítulo. Se não reduzir: ulna ainda torta, ligamento anular interposto ou deformidade plástica do rádio.

A imobilização. Gesso ou tala longos com 110 a 120 graus de flexão (neutraliza o bíceps); antebraço entre meia supinação e neutro. (Na seção de princípios, o capítulo cita 100 a 110 graus e supinação completa para os tipos I com plástica ou galho verde.) Radiografias a cada 1 a 2 semanas; retirada em 4 a 6 semanas com consolidação e cabeça estável. Perder a redução no seguimento é indicação de cirurgia.

Por que esta questão foi criada. É uma questão de projeção. A ordem da redução (ulna, depois cabeça) e a posição de flexão são o núcleo do tratamento fechado.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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