Na avaliação radiográfica do MONTEGGIA tipo I, segundo o capítulo, é correto:
- a linha radiocapitelar só vale com o cotovelo estendido
- o AP é a melhor incidência para ver a luxação anterior
- uma curvatura da ulna é sempre normal na criança
- no perfil verdadeiro, o eixo do rádio passa pelo centro do capítulo em qualquer flexão; o sinal do arco ulnar (desvio maior que 1 mm) revela a deformidade plástica
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Conceito-chave
O MONTEGGIA não diagnosticado vira crônico, e o capítulo repete que isso deveria ser um "evento que nunca acontece". Duas linhas resolvem a maioria dos casos: a radiocapitelar e o arco ulnar.
A linha radiocapitelar. Uma linha pelo centro do colo e da cabeça do rádio deve passar pelo centro do capítulo, em qualquer grau de flexão ou extensão (Fig. 12-13). O melhor exame é o perfil verdadeiro do cotovelo: no tipo I, o AP pode parecer normal com o perfil francamente alterado. MILES e FINLAY: a linha só passa pelo centro no perfil verdadeiro; em oblíquas ou com o antebraço pronado pode parecer rompida num cotovelo normal. Mas, no trauma agudo, cabe ao cirurgião provar que é insignificante: imagem até ter clareza (radioscopia, ressonância na criança pequena, tomografia no maior, ultrassonografia) (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 12).
O arco ulnar. Linha entre a ulna distal e o olécrano; o sinal do arco ulnar é o desvio da borda da ulna maior que 1 mm dessa linha (Fig. 12-3). Denuncia a deformidade plástica da ulna. Isso separa duas situações: o equivalente do tipo I (luxação isolada da cabeça com arco normal), que exige redução aberta ou reparo do anular; e o BADO I com deformidade plástica, que exige corrigir a ulna.
A regra geral. Toda fratura do antebraço e do cotovelo exige olhar a relação entre cabeça do rádio e capítulo; toda alteração do arco da ulna deve levar a procurar a radioulnar proximal. Na fratura dos dois ossos, radiografar o cotovelo. Cuidado com a "satisfação da busca".
Por que esta questão foi criada. É uma questão de projeção. A linha radiocapitelar e o arco ulnar são as ferramentas que evitam o MONTEGGIA crônico.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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