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Questão de Fraturas do antebraço e punho na criança (OrtoQuestões Simulados)

Ortopedia pediátricaFraturas do antebraço e punho na criançaOrtoQuestões Simulados

OrtoQuestões Simulados: elaborada a partir da bibliografia de referência e inspirada no padrão da prova. Não é questão oficial da prova nem foi elaborada, revisada ou endossada pela instituição organizadora.

Sobre o MONTEGGIA tipo IV de BADO na criança, segundo o capítulo, é correto:

  1. é comum na criança, com a fratura do rádio proximal à da ulna
  2. é raro na criança; a fratura do rádio fica no mesmo nível ou distal à da ulna, e estabilizar o rádio converte a lesão num tipo I
  3. a luxação da cabeça é posterior
  4. dispensa avaliar a articulação radiocapitelar, porque o rádio já está fraturado
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Gabarito: B · é raro na criança; a fratura do rádio fica no mesmo nível ou distal à da ulna, e estabilizar o rádio converte a lesão num tipo I

Conceito-chave

O tipo IV é o tipo I com um problema a mais: o rádio também quebrou. Com o rádio solto, o fragmento proximal flutua e a cabeça não tem como ser empurrada de volta. A solução é estabilizar o rádio primeiro.

A lesão. Luxação anterior da cabeça do rádio com fratura da ulna e do rádio. Na descrição original, o rádio fratura no mesmo nível ou distal à ulna; em geral no terço médio, com o rádio distal à ulna. Relativamente raro na criança. O mecanismo parece o do tipo I (hiperpronação ou golpe direto já foram propostos) (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 12).

O diagnóstico. Mais edema e dor, pela energia; atenção ao estado neurovascular e ao risco de síndrome compartimental. A complicação principal é não reconhecer a luxação da cabeça: em toda fratura diafisária dos dois ossos, examinar a articulação radiocapitelar com radiografias dedicadas do cotovelo (Fig. 12-18).

O tratamento. Tentar a redução fechada, sobretudo com galhos verdes, para transformar o tipo IV num tipo I. Em geral é instável: a redução da cabeça fica mais fácil depois de estabilizar o rádio. Na criança menor, fixação intramedular (do distal para o proximal); acima de 12 anos, placa no rádio pela via volar de HENRY. Depois, redução fechada da cabeça; obstáculos articulares pela via de BOYD. Gesso longo 4 a 6 semanas com 110 a 120 graus de flexão e antebraço neutro.

Por que esta questão foi criada. É gêmea do SBOT-SP (`pediatria-0929`), que perguntou a frequência e a relação entre os níveis das fraturas no tipo IV (raro, rádio no mesmo nível ou distal); a oficial está sem gabarito, e o capítulo sustenta essa resposta. Depois, faça a oficial.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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