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Questão de Côndilo lateral, epicôndilo medial e rádio proximal na criança (OrtoQuestões Simulados)

Ortopedia pediátricaCôndilo lateral, epicôndilo medial e rádio proximal na criançaOrtoQuestões Simulados

OrtoQuestões Simulados: elaborada a partir da bibliografia de referência e inspirada no padrão da prova. Não é questão oficial da prova nem foi elaborada, revisada ou endossada pela instituição organizadora.

Menino de 11 anos cai sobre o cotovelo fletido e tem fratura transversa do olécrano, intra-articular, com fragmentos que se afastam ao fletir o cotovelo e um defeito palpável. Segundo os autores, a conduta é

  1. gesso em 90 graus de flexão por 6 semanas
  2. gesso em extensão completa por 6 semanas, sem fixação
  3. excisão do fragmento proximal
  4. fixação com técnica de banda de tensão, de preferência com fio de PDS (paciente com menos de 50 kg), para movimento precoce
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Gabarito: D · fixação com técnica de banda de tensão, de preferência com fio de PDS (paciente com menos de 50 kg), para movimento precoce

Conceito-chave

A fratura do olécrano por flexão é a mais comum. O tríceps puxa a ponta, o braquial puxa a ulna, e a face posterior abre como uma dobradiça. A pergunta é se o periósteo grosso da criança segura ou não.

O mecanismo. Na queda com o cotovelo fletido, forças de tensão atuam na face posterior: o tríceps puxa a ponta, o braquial puxa distalmente. Com força suficiente (ou golpe direto), o olécrano falha no meio, com traço transverso, perpendicular ao eixo, que entra na fossa semilunar: intra-articular. Poucas lesões associadas (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 11, Figs. 11-42 e 11-43).

Sem cirurgia. A maioria desvia pouco. Imobilização com o cotovelo em no máximo 75 a 80 graus de flexão; os autores imobilizam as sem desvio em 5 a 10 graus de flexão por cerca de 3 semanas, com radiografia aos 5 a 7 dias para ver se desviou. Até 2 mm de desvio, o tratamento sem cirurgia funciona com vigilância.

Quando fixar. Os autores palpam o defeito e fletem o cotovelo para testar o periósteo posterior: se os fragmentos se afastam, a fratura é instável e é fixada para mover cedo. Técnica preferida: banda de tensão modificada. A banda clássica AO, com fios axiais e cerclagem de aço, deixava fios proeminentes que exigiam retirada; hoje usam PDS número 1 em oito (absorve em meses), desde que o paciente tenha menos de 50 kg (acima disso, a banda de sutura falha mais; PERKINS). Mais recentemente, parafuso cortical oblíquo com PDS em oito; fio de aço em pacientes pesados. MURPHY: parafuso com cerclagem em oito é o mais resistente, seguido de perto pela banda AO.

Por que esta questão foi criada. É uma questão de projeção. A fratura em flexão é a mais comum do olécrano, e a técnica com sutura e o limite de 50 kg são detalhes cobráveis.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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