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Questão de Côndilo lateral, epicôndilo medial e rádio proximal na criança (OrtoQuestões Simulados)

Ortopedia pediátricaCôndilo lateral, epicôndilo medial e rádio proximal na criançaOrtoQuestões Simulados

OrtoQuestões Simulados: elaborada a partir da bibliografia de referência e inspirada no padrão da prova. Não é questão oficial da prova nem foi elaborada, revisada ou endossada pela instituição organizadora.

Na redução e fixação intramedular (técnica de METAIZEAU) da fratura desviada do colo do rádio, segundo o capítulo, é correto:

  1. a haste, com cerca de 60% a 70% do istmo e ponta dobrada a 30 a 40 graus, entra no rádio distal, é impactada até a epífise e girada para reduzir a cabeça
  2. a haste entra pela cabeça do rádio, atravessando o capítulo
  3. a haste deve ter o diâmetro total do istmo, para não girar
  4. a imobilização rígida por 6 semanas é obrigatória
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Gabarito: A · a haste, com cerca de 60% a 70% do istmo e ponta dobrada a 30 a 40 graus, entra no rádio distal, é impactada até a epífise e girada para reduzir a cabeça

Conceito-chave

A haste que entra no punho e "pesca" a cabeça do rádio no cotovelo é a técnica de METAIZEAU. Em mãos experientes dá ótimos resultados; nas inexperientes, a haste escorrega e a cabeça foge.

O planejamento. Medir o istmo do rádio no AP e no perfil; uma haste de 60% a 70% da largura do istmo passa sem muita dificuldade (no adolescente, em geral fios de 2 ou 2,4 mm). Fios de KIRSCHNER (baratos) ou hastes flexíveis de titânio. Ter um tamanho acima e um abaixo (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 11).

A entrada. No rádio distal, por via radial (incisão lateral de 1 a 2 cm logo acima da fise distal, cuidado com o ramo superficial do nervo radial e os tendões do primeiro compartimento) ou dorsal, sobre o tubérculo de LISTER (proteger o extensor longo do polegar).

A técnica. Dobrar bem os 3 a 4 mm distais da haste a cerca de 40 graus (30 a 40 graus). Avançar até a fratura; se preciso, manobras fechadas para a ponta entrar no fragmento proximal. Impactar na epífise, atravessando a fise, para máxima fixação, e então girar a haste para reduzir a cabeça, com o auxiliar segurando o antebraço para a diáfise não girar junto. Testar estabilidade e rotação; cortar a haste sob a pele (equilibrando retirada fácil e irritação). Imobilização rígida não é necessária, mas a maioria imobiliza 7 a 10 dias; movimento precoce.

Os resultados. Séries recentes relatam resultados "excelentes" em 80% a 90%. A falha típica é não prender o fragmento proximal e perder a fixação ao girar: haste do tamanho certo, ponta bem dobrada, impactada até a epífise.

Por que esta questão foi criada. É uma questão de projeção. A técnica intramedular virou a principal opção cirúrgica fechada, e os detalhes técnicos são cobráveis.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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