Adolescente de 15 anos com fratura por explosão de L1, complexo ligamentar posterior lesado na ressonância e lesão medular incompleta. Pela escala TLICS, a pontuação e a orientação são
- 4 pontos, tratamento indiferente
- 3 pontos, tratamento sem cirurgia
- 5 pontos, cirurgia
- 8 pontos, cirurgia
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Conceito-chave
A TLICS (Thoracolumbar Injury Classification and Severity Score), do Spine Trauma Study Group (2005), soma três fatores e transforma a soma em conduta. Vários estudos recentes a mostraram válida e útil na criança.
A tabela.
| Fator | Achado | Pontos |
|---|---|---|
| Morfologia | Compressão | 1 |
| Explosão | +1 (total 2) | |
| Translação ou rotação | 3 | |
| Distração | 4 | |
| Neurológico | Íntegro | 0 |
| Raiz | 2 | |
| Medula ou cone, incompleta | 3 | |
| Medula ou cone, completa | 2 | |
| Cauda equina | 3 | |
| Complexo ligamentar posterior | Íntegro | 0 |
| Suspeito | 2 | |
| Lesado | 3 |
A leitura. 5 ou mais = cirurgia (instabilidade importante); 3 ou menos = sem cirurgia; 4 = qualquer um. Com várias fraturas, vale a de maior pontuação. Boa reprodutibilidade, fácil de ensinar (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 22).
A conta do caso. Explosão = 2; complexo ligamentar lesado = 3; lesão medular incompleta = 3. Total = 8: cirurgia.
As outras classificações. DENIS (compressão, explosão, flexão-distração, fratura-luxação) traduz bem a criança; AO Spine (2013): A (compressão, A0 a A4), B (banda de tensão, B1 a B3), C (translação); correlaciona bem com a TLICS na criança.
Por que esta questão foi criada. É uma questão de projeção. A soma da TLICS, com a pegadinha de a lesão incompleta valer mais que a completa, é a forma mais comum de cobrar a escala.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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