Sobre o uso do halo na criança, segundo o capítulo, é correto:
- só pode ser usado a partir dos 6 anos, e com quatro pinos de torque habitual
- a complicação mais comum é a penetração da dura
- pode ser usado a partir de cerca de 1 ano, com mais pinos (até oito) e menor torque, e a complicação mais comum é a infecção superficial no trajeto do pino
- tem complicações raras, abaixo de 10%
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Conceito-chave
O halo segura o pescoço da criança como nenhuma órtese, mas o crânio da criança é fino. O capítulo traz como adaptar e o que esperar.
A indicação. Lesões selecionadas, sobretudo da região craniocervical. O anel pode ser usado sozinho para tração e redução, ou com colete para imobilização definitiva de lesão instável (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 21, Fig. 21-5).
A idade e a técnica. O halo pode ser usado na criança a partir de cerca de 1 ano, com cuidado pelo crânio imaturo. O osso fino exige mais pinos, às vezes até oito (quatro na frente e quatro atrás, evitando a parte mais fina do temporal), e menor torque em cada pino. Coletes pré-fabricados existem em vários tamanhos, escolhidos pela circunferência do tórax no processo xifoide.
As complicações. Frequentes: numa série pediátrica, 68%, mas todos usaram o halo até a consolidação ou a artrodese. As mais comuns: infecção superficial no trajeto do pino e afrouxamento do pino. Menos frequentes: penetração da dura, lesão do nervo supraorbital, cicatrizes feias e infecção profunda.
As outras órteses. O colar rígido trata entorses e lesões leves que não se liberam no pronto-socorro (a adesão ao retorno é baixa); órteses moldadas sob medida, de termoplástico leve, podem se estender ao tórax nas lesões baixas.
Por que esta questão foi criada. É uma questão de projeção. O halo da criança junta números práticos (idade, número de pinos, torque, taxa de complicações) fáceis de cobrar.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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