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Questão de Fraturas da clavícula e do úmero proximal na criança (OrtoQuestões Simulados)

Ortopedia pediátricaFraturas da clavícula e do úmero proximal na criançaOrtoQuestões Simulados

OrtoQuestões Simulados: elaborada a partir da bibliografia de referência e inspirada no padrão da prova. Não é questão oficial da prova nem foi elaborada, revisada ou endossada pela instituição organizadora.

Na classificação de NEER modificada por CRAIG para as fraturas do terço lateral da clavícula, o tipo exclusivo do esqueleto imaturo, com a fratura medial à fise, a epífise presa à articulação acromioclavicular e os ligamentos coracoclaviculares presos à diáfise, é o tipo

  1. IV, análogo ao tipo IIA
  2. I, análogo ao tipo III
  3. II B, com lesão do conoide
  4. V, com fragmento cortical inferior preso aos ligamentos
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Gabarito: A · IV, análogo ao tipo IIA

Conceito-chave

Um menino de 11 anos cai sobre o ombro e a radiografia mostra o terço lateral da clavícula desviado para cima, com a pontinha lateral (epífise) parada no lugar, junto ao acrômio. Que tipo é? A classificação de NEER, modificada por CRAIG, tem cinco tipos definidos pela relação do traço com os ligamentos coracoclaviculares, os ligamentos acromioclaviculares e a fise.

A peculiaridade da criança. Na maioria das fraturas laterais do imaturo, o osso sai do tubo de periósteo, enquanto os ligamentos coracoclaviculares continuam presos à parte inferior intacta do periósteo (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 20).

Os tipos.

TipoTraçoComportamento
ILateral aos coracoclaviculares, sem entrar na acromioclavicularPouco desvio
II AMedial aos coracoclavicularesFragmento proximal sobe e sai do tubo de periósteo
II BEntre os coracoclaviculares, com lesão do conoideO trapezoide segura o distal
IIILateral aos coracoclaviculares, entrando na acromioclavicularPouco desvio
IVMedial à fise, só no imaturo; epífise e fise presas à acromioclavicularDesvio grande entre fise e metáfise; análogo ao II A
VFragmento cortical inferior solto, preso aos coracoclavicularesNenhum fragmento principal preso aos ligamentos; instável

Tratamento pelo tipo. I e III quase sempre sem cirurgia. II, IV e V podem desviar muito, com pele em tenda, saliência ou instabilidade, e são decididos caso a caso pela idade, desvio e atividade.

Por que esta questão foi criada. É uma questão de projeção ligada ao TARO 2018 (`pediatria-0633`), que pergunta a estrutura rompida na fratura distal desviada da criança. O tipo IV, que só existe com fise aberta, é a pegadinha natural da classificação.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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