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Questão de Fraturas da clavícula e do úmero proximal na criança (OrtoQuestões Simulados)

Ortopedia pediátricaFraturas da clavícula e do úmero proximal na criançaOrtoQuestões Simulados

OrtoQuestões Simulados: elaborada a partir da bibliografia de referência e inspirada no padrão da prova. Não é questão oficial da prova nem foi elaborada, revisada ou endossada pela instituição organizadora.

Adolescente de 14 anos, jogador de rúgbi, trata uma fratura desviada do terço médio da clavícula com tipoia. Segundo o protocolo do autor, a volta ao esporte de contato ocorre

  1. com 2 semanas, quando a dor some
  2. com cerca de 3 meses, após radiografia com consolidação avançada
  3. com 6 semanas, ao retirar a tipoia
  4. só depois de 6 meses, mesmo consolidada
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Gabarito: B · com cerca de 3 meses, após radiografia com consolidação avançada

Conceito-chave

Quando o jogador de rúgbi volta a jogar? A refratura é a complicação que mais preocupa no adolescente que trata a clavícula sem cirurgia, e o protocolo do capítulo existe para evitá-la.

As etapas do autor. 0 a 2 semanas: tipoia em tempo integral, só tirada para o banho. 2 semanas: consulta para confirmar o início da consolidação; até 6 semanas, pode tirar a tipoia em casa, mas usá-la fora de casa e na escola. 6 semanas: retira a tipoia, libera esporte sem contato e treino de força, incluindo musculação e flexões. 3 meses: esporte de contato (futebol americano, hóquei, rúgbi, lacrosse, luta), depois de a radiografia confirmar consolidação óssea avançada (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 20).

Radiografias. Em 2 semanas, 6 semanas e 3 meses. A de 2 semanas confirma que a fratura não desviou mais; a de 6 semanas costuma mostrar calo; a de 3 meses libera o contato. CALDER sugeriu dispensar radiografias de controle na criança, pela consolidação quase universal; o capítulo aceita isso abaixo de 13 anos conforme a atividade, mas no atleta adolescente elas guiam a volta.

Tempo de consolidação. Sem desvio, 4 a 8 semanas; desviadas, cerca de 10 a 12 semanas. Consolidação de 95% a 100% sem cirurgia. Fisioterapia formal raramente é necessária; pode entrar se houver discinesia escapular aos 3 meses.

Depois da cirurgia é igual. O protocolo pós-operatório repete o do tratamento sem cirurgia: contato só com 3 meses, porque a refratura pode ocorrer dentro da placa se a fratura não consolidou; depois disso, ela tende a ocorrer junto à placa ou no furo do parafuso mais excêntrico.

Por que esta questão foi criada. É uma questão de projeção. Os prazos de tipoia e de retorno ao esporte são os números práticos do capítulo.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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