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Questão de Fraturas da clavícula e do úmero proximal na criança (OrtoQuestões Simulados)

Ortopedia pediátricaFraturas da clavícula e do úmero proximal na criançaOrtoQuestões Simulados

OrtoQuestões Simulados: elaborada a partir da bibliografia de referência e inspirada no padrão da prova. Não é questão oficial da prova nem foi elaborada, revisada ou endossada pela instituição organizadora.

Sobre a epidemiologia das fraturas da clavícula na criança, segundo o capítulo, a clavícula responde por 5% a 15% das fraturas pediátricas, e a localização mais frequente, com sua proporção aproximada, é

  1. o terço lateral, com 10% a 30%
  2. o terço medial, com cerca de 50%
  3. o terço médio (diáfise), com até 80%
  4. o terço lateral, com até 80%
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Gabarito: C · o terço médio (diáfise), com até 80%

Conceito-chave

A clavícula é um dos ossos que mais quebram na infância, e a prova gosta dos números da distribuição. Vale guardar três: quanto da fratura pediátrica é clavícula, quanto da clavícula é terço médio e quanto é terço lateral.

Os números. A clavícula representa 5% a 15% de todas as fraturas pediátricas. O local mais comum é o terço médio (diáfise), com até 80% das fraturas. O terço lateral (distal) vem em segundo, com 10% a 30%. O terço medial é o mais raro, e as lesões da articulação esternoclavicular são menos de 5% das lesões da cintura escapular (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 20).

Por que o meio quebra. A clavícula tem forma de S, convexa para a frente no medial (deixa passar o plexo braquial e os vasos axilares) e côncava para a frente no lateral. Nas duas pontas, ligamentos fortes a seguram: o costoclavicular no medial; o conoide (tubérculo conoide) e o trapezoide (linha trapezoide) no lateral. Com as extremidades bem ancoradas, a força se concentra no terço médio.

A literatura é pobre. Apesar da frequência, há pouca literatura pediátrica, e muito se extrapola do adulto. Por isso se formou um grupo de estudo da fratura da clavícula do adolescente, e o tema segue entre os mais controversos da ortopedia pediátrica e da medicina esportiva.

Por que esta questão foi criada. É gêmea do TARO 2013 (`pediatria-0685`), que perguntou a prevalência das fraturas do terço médio (76% a 85%), e do TARO 2012 (`pediatria-0657`), que perguntou o percentual das fraturas da clavícula entre as fraturas da criança segundo GUARNIERO (cerca de 11%, dentro da faixa de 5% a 15% do capítulo). Depois, faça as oficiais.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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