Nas fraturas fisárias do úmero proximal, o tipo de SALTER-HARRIS associado à luxação glenoumeral concomitante é o
- I, típico abaixo dos 5 anos
- III, raro
- II, com fragmento metafisário
- IV, o mais comum no adolescente
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Conceito-chave
Um adolescente de 15 anos cai de moto e tem uma fratura através da fise do úmero proximal que entra na articulação, com a cabeça luxada. Que tipo de fratura é essa, e quão comum?
Os tipos no úmero proximal (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 19, Fig. 19-19):
| SALTER-HARRIS | No úmero proximal |
|---|---|
| I | Pela fise; mais comum abaixo de 5 anos |
| II | Sai pela metáfise, com fragmento ósseo; mais comum na criança maior e no adolescente |
| III | Raro; associado a luxação glenoumeral |
| IV | Não relatado na criança |
As fraturas metafisárias são mais comuns entre 5 e 12 anos, talvez pela porosidade da metáfise de crescimento rápido. As fisárias I e II, pela camada hipertrófica, remodelam muito e raramente alteram o crescimento.
A luxação com fratura. Fraturas do úmero proximal podem ter luxação glenoumeral concomitante, sobretudo na alta energia, embora a pseudossubluxação (por desvio ou desequilíbrio muscular) seja mais comum e se resolva sozinha. Toda fratura do úmero proximal deve ter a congruência articular conferida na imagem (AP e axilar).
No recém-nascido. A pseudoluxação, por fratura fisária com epífise ainda não ossificada (aparece por volta de 6 meses), pode imitar luxação; ultrassonografia ajuda, e o sinal da "epífise que desaparece" aparece quando o núcleo fica atrás da metáfise.
Por que esta questão foi criada. É gêmea do TARO 2020 (`pediatria-0714`), sem gabarito, que pergunta o tipo associado à luxação glenoumeral, e do TEOT 2021 (`pediatria-0848`), que pede o tipo mais frequente abaixo de 5 anos (I). Depois, faça as oficiais.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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