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Questão de Outras fraturas na criança (OrtoQuestões Simulados)

Ortopedia pediátricaOutras fraturas na criançaOrtoQuestões Simulados

OrtoQuestões Simulados: elaborada a partir da bibliografia de referência e inspirada no padrão da prova. Não é questão oficial da prova nem foi elaborada, revisada ou endossada pela instituição organizadora.

Na fratura da diáfise do úmero da criança tratada sem cirurgia, os desvios aceitáveis segundo o capítulo incluem

  1. até 45 graus de varo e 30 graus de rotação interna
  2. nenhuma angulação, porque o úmero não remodela
  3. até 20 a 30 graus de varo, 20 graus de angulação de ápice anterior, 15 graus de rotação interna e 1 a 2 cm de encurtamento
  4. até 10 graus de varo e nenhum encurtamento
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Gabarito: C · até 20 a 30 graus de varo, 20 graus de angulação de ápice anterior, 15 graus de rotação interna e 1 a 2 cm de encurtamento

Conceito-chave

Um menino de 10 anos tem uma fratura transversa do terço médio do úmero. No controle, há 20 graus de varo e um pouco de encurtamento. É preciso corrigir?

Por que o úmero tolera. O membro superior não suporta carga, e o alinhamento anatômico do úmero não é necessário para a função. O ombro, a flexoextensão do cotovelo e a rotação do antebraço compensam deformidades leves a moderadas. E a remodelação é grande: até 30 graus podem remodelar mesmo no adolescente (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 19).

Os limites. São considerados aceitáveis 20 a 30 graus de varo, 20 graus de angulação de ápice anterior, 15 graus de rotação interna e aposição em baioneta com 1 a 2 cm de encurtamento. Abaixo de 6 anos, a maior parte da angulação remodela; os obesos, mais sujeitos à consolidação viciosa, a disfarçam melhor. Osteotomias corretivas raramente são necessárias.

Os métodos. Tipoia e enfaixamento para fraturas incompletas ou pouco desviadas (controla mal o varo e o ápice anterior); tala de coaptação (em U) na fase aguda, levada até o pescoço para não escorregar; brace funcional (SARMIENTO) depois que o edema cede, que mantém a redução pelo efeito hidráulico e libera o cotovelo; gesso pendente, hoje pouco usado. O autor: redução suave se desviada, tala de coaptação, brace em 1 a 2 semanas, consolidação em cerca de 6 semanas.

Cirurgia. Fratura exposta, lesão vascular, cotovelo flutuante, alinhamento inaceitável; politrauma e paralisia secundária do radial são indicações relativas. Placa por via lateral ou posterolateral (permite ver o radial) ou hastes elásticas (comprimento estável, sem paralisia do radial).

Por que esta questão foi criada. É gêmea do TARO 2018 (`pediatria-0631`), que pergunta a rotação medial e o varo aceitáveis (15 graus e 20 graus). Depois, faça a oficial.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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