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Questão de Fraturas da pelve e do quadril na criança (OrtoQuestões Simulados)

Ortopedia pediátricaFraturas da pelve e do quadril na criançaOrtoQuestões Simulados

OrtoQuestões Simulados: elaborada a partir da bibliografia de referência e inspirada no padrão da prova. Não é questão oficial da prova nem foi elaborada, revisada ou endossada pela instituição organizadora.

Na avaliação radiográfica da fratura do anel pélvico, a incidência de saída (outlet), com o raio inclinado 45 graus em direção cefálica, é a melhor para mostrar

  1. o desvio posterior da hemipelve
  2. o desvio superior da hemipelve ou o desvio vertical do anel anterior
  3. a parede posterior do acetábulo
  4. a coluna anterior do acetábulo
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Gabarito: B · o desvio superior da hemipelve ou o desvio vertical do anel anterior

Conceito-chave

Um adolescente de 13 anos tem dor na pelve após um acidente de moto. A AP mostra fraturas dos ramos, mas não deixa claro se a hemipelve subiu ou foi para trás. Que incidências pedir?

AP primeiro. Todo politraumatizado com suspeita de trauma da pelve faz uma AP da bacia na série inicial. Depois, incidências específicas (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 23, Fig. 23-3):

IncidênciaComoO que mostra melhor
Entrada (inlet)Raio a 60 graus em direção caudalDesvio posterior da hemipelve, fraturas dos ramos, deformidade plástica por compressão lateral
Saída (outlet)Raio a 45 graus em direção cefálicaDesvio superior da hemipelve, desvio vertical do anel anterior
Oblíquas de JUDETRotações interna e externaAcetábulo: a oblíqua do ilíaco mostra parede anterior e coluna posterior; a do obturador, parede posterior e coluna anterior (Fig. 23-4)

Tomografia. É o melhor exame para a pelve óssea, sobretudo sacroilíacas, sacro e acetábulo, indicada na dúvida ou quando se planeja cirurgia. As radiografias classificam bem a maioria das fraturas da criança, mas a tomografia define melhor tipo, grau e direção do desvio e mostra fragmentos intra-articulares. Na comparação de 103 crianças, as radiografias acharam 3 fraturas do sacro; a tomografia, 9. A reconstrução 3D subestima fragmentos cartilaginosos, e a ressonância é recomendada em todas as fraturas do acetábulo da criança para ver o tamanho real da parede posterior.

Por que esta questão foi criada. É uma questão de projeção. A banca cobra as incidências da pelve no trauma do adulto; o capítulo infantil traz os mesmos ângulos com os achados.

Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.

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