Menino de 12 anos com SALTER-HARRIS II da tíbia distal, epífise desviada lateralmente, fragmento de THURSTAN-HOLLAND lateral e fratura transversa da fíbula. Na classificação de DIAS-TACHDJIAN, o mecanismo é
- supinação-inversão
- supinação-flexão plantar
- supinação-rotação externa
- pronação-eversão-rotação externa
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Conceito-chave
Um menino de 12 anos cai da bicicleta com o pé virado para fora. A radiografia mostra a epífise da tíbia distal desviada para fora, um fragmento metafisário lateral e uma fratura transversa da fíbula acima da articulação. Que mecanismo explica esse conjunto?
A classificação. DIAS e TACHDJIAN adaptaram a classificação de LAUGE-HANSEN a partir de 71 fraturas. A primeira palavra é a posição do pé; a segunda, a força. Depois foram acrescentados compressão axial, TILLAUX, triplanar e outras lesões fisárias (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 30, Fig. 30-3).
| Mecanismo | O que aparece |
|---|---|
| Supinação-inversão | Grau I: fíbula (SH I ou II). Grau II: tíbia, em geral SH III ou IV do maléolo medial |
| Supinação-flexão plantar | SH I ou II da tíbia com desvio posterior; fíbula sem fratura; difícil de ver no AP |
| Supinação-rotação externa | Grau I: SH II da tíbia, desvio posterior, THURSTAN-HOLLAND visível no AP subindo para medial. Grau II: espiral da fíbula, de anteroinferior para posterossuperior |
| Pronação-eversão-rotação externa | SH I ou II da tíbia com fratura transversa da fíbula, epífise desviada lateralmente, THURSTAN-HOLLAND lateral ou posterolateral |
| Compressão axial | SH V, radiografia inicial normal |
A pista do fragmento. Além do desvio e do tipo de fratura da fíbula, o lugar do fragmento de THURSTAN-HOLLAND ajuda: lateral = pronação-eversão-rotação externa; posteromedial = supinação-rotação externa; posterior = supinação-flexão plantar (Fig. 30-35). Na prática, o capítulo recomenda usar o SALTER-HARRIS para descrever e comunicar, porque é a classificação mais reprodutível; as de mecanismo ajudam a planejar a redução.
A redução. Nas lesões em pronação-eversão-rotação externa, a interposição de partes moles, como o periósteo, pode impedir a redução e é a exceção mais comum que leva à redução aberta. Uma abertura medial da fise depois da redução sugere periósteo preso.
Por que esta questão foi criada. É gêmea do TEPOP 2024 (`pediatria-0955`), que pede a classificação de DIAS-TACHDJIAN por imagem, e do TEOT 2024 (`pediatria-0557`), que pergunta o mecanismo em que a fíbula fica intacta (supinação-flexão plantar). Depois, faça as oficiais.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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