Sobre as fraturas por estresse da perna na criança, é correto afirmar que
- como no adulto, a fíbula é acometida duas vezes mais que a tíbia
- na tíbia, a localização mais comum é o terço distal
- na fíbula, ocorrem sobretudo em adolescentes atletas, no terço proximal
- na tíbia, a localização mais comum é o terço proximal, e a radiografia pode ser normal no início
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Conceito-chave
Na criança, o resumo localiza a fratura por estresse da tíbia sobretudo no terço proximal e lembra que a radiografia pode ser normal no início. A dor costuma ser medial, insidiosa e relacionada à atividade; a imagem radiográfica pode mudar em cerca de duas semanas (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 29, Fraturas especiais).
A ausência do traço inicial não elimina uma lesão por sobrecarga. O desenvolvimento dos sinais radiográficos acompanha o tempo de evolução, e a ressonância pode ajudar a diferenciar de outras lesões, inclusive tumor, conforme a avaliação.
A fíbula tem outro padrão no resumo: crianças entre dois e oito anos, com acometimento do terço distal e possível calo em casca de ovo. Portanto, não se deve trocar a distribuição de um osso pela do outro nem deslocar automaticamente o padrão fibular para adolescentes e para a região proximal.
A questão pode ser resolvida com esses dados pediátricos. O capítulo descreve maior acometimento da tíbia que da fíbula na criança; não há necessidade de atribuir ao grupo infantil uma proporção trazida de outro contexto.
Por que esta questão foi criada. Reúne localização e tempo de aparecimento radiográfico da lesão por estresse, diferenciando tíbia e fíbula na criança.
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