Na consolidação viciosa da diáfise da tíbia na criança, as deformidades que menos remodelam são
- o varo e a angulação anterior
- o varo e o encurtamento
- a angulação posterior (recurvato) e o valgo; a rotação não corrige
- a rotação e a angulação anterior, que corrigem totalmente antes dos 10 anos
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Conceito-chave
A tíbia infantil não deve ser tratada como se todas as deformidades fossem corrigir com o crescimento. O resumo destaca angulação posterior, ou recurvato, como a que menos remodela, seguida do valgo; o varo tem melhor correção. A rotação não corrige (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 29, Complicações).
A diferença entre os planos muda a tolerância à redução. Uma deformidade que persiste num plano pouco favorável não se torna aceitável apenas porque a criança é nova. A capacidade de remodelação diminui com a idade, e o capítulo a limita principalmente aos primeiros 18 meses do seguimento.
Também é necessário separar rotação de angulação. Corrigir um ângulo no crescimento não significa que o membro vá desfazer uma malrotação. O resumo discute osteotomia para rotações importantes; não se deve planejar a redução contando com uma correção rotacional espontânea garantida.
Encurtamento é outra dimensão, ligada ao crescimento longitudinal e ao discreto hipercrescimento tibial descrito. Não substitui a comparação entre direções angulares que a questão pede.
Por que esta questão foi criada. Complementa as perguntas de alinhamento tibial pela capacidade real de remodelação, separando direção da deformidade, idade e rotação.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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