Nas hastes intramedulares flexíveis para fratura diafisária da tíbia na criança, é correto afirmar que
- as hastes entram pelo maléolo medial na maioria dos casos
- o diâmetro é escolhido para preencher 60% a 80% do canal no istmo, com duas hastes iguais do mesmo material
- o peso acima de 50 kg aumenta a pseudartrose, como no fêmur, mas não a síndrome compartimental
- dispensam qualquer imobilização externa e a carga é liberada no primeiro dia
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Conceito-chave
Na fixação flexível da tíbia infantil, o capítulo descreve duas hastes iguais, do mesmo material, com preenchimento total de 60% a 80% do canal. O percentual se refere ao conjunto, não a cada haste isoladamente (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 29, Cirurgia: hastes flexíveis).
As entradas são proximais, medial e lateral, na altura da tuberosidade ou logo acima, respeitando a fise e a apófise. As hastes seguem para o segmento distal e são assentadas acima da fise distal. Não se transporta automaticamente uma entrada de outro método ou de outro osso para essa técnica.
A fixação pode precisar de gesso ou tala complementar, usados com frequência segundo o resumo. Ter hastes não significa estabilidade suficiente para dispensar toda proteção ou liberar carga imediata em qualquer caso.
O peso também exige cuidado na interpretação. Na tíbia, o resumo não descreve pior consolidação pelo peso como regra; há, porém, associação a síndrome compartimental numa série de crianças mais pesadas. Não se deve transformar resultados de um osso em uma afirmação idêntica sobre outro, nem concluir que peso alto não traz preocupação compartimental.
Por que esta questão foi criada. Compara os detalhes da haste tibial com os conhecidos do fêmur, exigindo conferir entrada, preenchimento e proteção em vez de repetir uma técnica de outro osso.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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