Na criança com fratura da tíbia, o sinal precoce mais importante de síndrome compartimental é
- a ausência do pulso pedioso
- a hipoestesia no primeiro espaço interdigital
- o déficit motor da dorsiflexão do hálux
- a dor crescente, percebida pela necessidade cada vez maior de analgésico
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Conceito-chave
Na criança com fratura da tíbia, a dor que aumenta e exige cada vez mais analgésico é o alerta precoce mais importante de síndrome compartimental segundo o resumo. A evolução da dor precisa ser acompanhada, não apenas sua presença em uma avaliação isolada (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 29, Complicações).
O capítulo também destaca dor ao estiramento passivo. Alterações de sensibilidade, força e pulso são tardias; esperar um déficit completo para suspeitar significa deixar de usar os sinais mais precoces. Uma criança ainda ter pulso ou movimento não afasta o problema que está evoluindo.
A conduta descrita inclui abrir gesso e acolchoamento para aliviar compressão externa e, se o quadro persistir, fasciotomia de emergência. Medida de pressão pode ajudar, mas o reconhecimento da progressão clínica não deve depender de esperar surgir perda de pulso.
O importante é distinguir dor pós-fratura acompanhada ao longo do tempo de uma necessidade crescente de analgesia que muda o padrão esperado. A pergunta pede o sinal precoce, não o achado mais dramático de isquemia avançada.
Por que esta questão foi criada. Treina a vigilância pediátrica pela evolução da dor e diferencia sinais iniciais de déficits neurológicos ou vasculares tardios.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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