Na fratura em galho verde da metáfise distal da tíbia na criança, por carga axial com o pé em dorsiflexão, a deformidade e a posição de redução são
- varo e antecurvato; reduzir com o tornozelo em dorsiflexão
- valgo e antecurvato; reduzir com o tornozelo em neutro
- valgo e recurvato; reduzir com o tornozelo em flexão plantar
- varo e recurvato; reduzir com o tornozelo em dorsiflexão
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Conceito-chave
Na fratura em galho verde da metáfise distal da tíbia descrita, a carga axial atua com o pé em dorsiflexão. A cortical anterior impacta e a posterior abre; o padrão é valgo com recurvato, reduzido e mantido com o tornozelo em flexão plantar (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 29, Metáfise distal).
A direção da imobilização tem relação com a deformidade. Não se mantém simplesmente o tornozelo na posição do mecanismo; a flexão plantar participa da correção do componente em recurvato. O resumo descreve retorno à posição neutra em três a quatro semanas.
Metáfise distal e proximal são regiões diferentes, ainda que ambas possam apresentar galho verde e valgo. No padrão distal desta questão, o componente sagital e a posição do pé são centrais para a redução; não basta responder valgo e esquecer o recurvato.
Quando a fratura é instável, o capítulo discute fixação por fios, hastes, placa ou redução aberta, e corrigir a fíbula pode ajudar. A pergunta, porém, quer a combinação de deformidade e posição de redução do padrão descrito.
Por que esta questão foi criada. Aplica o raciocínio de carga e abertura cortical à metáfise distal, diferenciando o mecanismo do posicionamento usado para corrigi-lo.
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