Na cunha do gesso para corrigir a angulação de uma fratura diafisária da tíbia na criança, a técnica recomendada no capítulo é
- cunha de fechamento do lado da convexidade, que encurta o foco
- cunha de abertura do lado oposto ao ápice, deixando cerca de 25% do gesso intacto sobre o ápice, com cerca de 1 cm para cada 10 graus
- cunha de abertura do lado do ápice, cortando todo o perímetro do gesso
- troca do gesso sob anestesia sempre, pois a cunha não corrige o alinhamento
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Conceito-chave
A cunha do gesso pode corrigir uma perda angular sem exigir troca completa em todos os casos. Na tíbia, o resumo prefere cunha de abertura, cortada no lado oposto ao ápice da deformidade, com cerca de 25% do gesso preservado sobre o ápice como dobradiça (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 29, Gesso, alinhamento aceitável e cunha).
A abertura muda o ângulo sem retirar um segmento do gesso. A referência prática do capítulo é cerca de 1 cm para cada 10 graus, uma aproximação de planejamento, não uma garantia de correção idêntica em qualquer membro ou montagem. A técnica costuma ser realizada entre sete e 14 dias após a lesão.
A cunha de fechamento retira espaço e pode encurtar e pinçar partes moles, motivo para a preferência pela abertura. Preservar a dobradiça permite uma correção controlada; cortar todo o perímetro elimina esse apoio.
Depois da correção, o capítulo orienta observar sinais de síndrome compartimental. Corrigir o eixo radiográfico não encerra a avaliação do membro dentro do gesso.
Por que esta questão foi criada. Liga o lado do corte e a dobradiça à mecânica da correção, em vez de decorar abertura ou fechamento sem entender a técnica.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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