Na fratura diafisária da tíbia em criança de 10 anos, os limites aceitáveis segundo a tabela do Rockwood são
- 5 graus de valgo, 5 graus de varo, nenhuma angulação posterior e 5 mm de encurtamento
- 10 graus de valgo, 10 graus de varo, 10 graus de angulação posterior e 10 mm de encurtamento
- 15 graus de varo, 20 graus de angulação anterior e 20 mm de encurtamento
- 5 graus de valgo, 10 graus de varo, 5 graus de angulação posterior e 10 mm de encurtamento
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Conceito-chave
A criança tem dez anos e a fratura é da tíbia, não do fêmur. Na Tabela 29-5, deve-se usar a coluna de oito anos ou mais: 5 graus de valgo, 5 de varo, 5 de angulação anterior, nenhuma angulação posterior e 5 mm de encurtamento; a rotação aceita na tabela é 5 graus (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 29, Gesso, alinhamento aceitável e cunha).
O plano do desvio importa. A tíbia não tem a mesma capacidade de remodelação em todas as direções, e o resumo destaca angulação posterior e valgo como os que menos corrigem. Por isso, não se pode transformar um limite aceito para varo em autorização para igual deformidade posterior.
A idade também muda a coluna. Abaixo de oito anos, a tabela admite mais varo, angulação anterior e encurtamento, mas o valgo continua limitado. O fato de um número aparecer em outra linha não o torna aplicável aos dez anos.
Há ainda a armadilha de transportar os critérios do fêmur: os 15 graus de varo, 20 sagitais e 20 mm da alternativa C correspondem à linha de dois a cinco anos do fêmur na Tabela 25-2. São outro osso e outra idade, não limites da tíbia desta criança.
Por que esta questão foi criada. Treina a escolha da coluna etária e a separação entre graus e milímetros, sem transferir a tabela do fêmur para a tíbia.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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