Na criança com menos de 11 anos, a fratura diafisária da tíbia mais típica resulta de
- trauma direto, com traço transverso no terço médio
- carga axial, com fratura em toro do terço proximal
- hiperextensão do joelho, com traço no terço proximal
- torção do corpo sobre o pé fixo, com traço oblíquo ou espiral no terço distal
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Conceito-chave
O padrão descrito para a maioria das fraturas diafisárias da tíbia abaixo de 11 anos é torção, traço oblíquo ou espiral e terço distal. O corpo gira enquanto o pé permanece fixo, transmitindo um esforço rotacional à diáfise (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 29, Diáfise: o desvio depende da fíbula).
Mecanismo e traço se ajudam na leitura. A torção explica a configuração oblíqua ou espiral; já os traços transversos e cominutos isolados são relacionados a trauma direto. Não basta reconhecer que a tíbia fraturou para presumir que a carga foi axial.
A fonte descreve predominância, não exclusividade. Trauma direto também pode acontecer nessa idade, e fraturas proximais existem. O que a pergunta pede é o conjunto mais típico no recorte etário, não todos os mecanismos possíveis.
A avaliação inclui joelho e tornozelo e verifica a fíbula, porque a localização do foco não esgota as lesões associadas e o estado da fíbula modifica a tendência ao varo ou valgo.
Por que esta questão foi criada. Complementa a pergunta sobre mecanismo e localização pela relação entre torção, traço espiral e pé fixo, evitando uma resposta decorada sem explicação mecânica.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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