Adolescente com fratura do terço médio da tíbia e fratura desviada da fíbula. Na redução, a tendência de desvio a combater no gesso é
- o varo, porque a fíbula fraturada funciona como tirante
- o encurtamento, que é sempre aceitável até 2 cm
- o valgo, pela musculatura anterolateral e pela perda do contraforte lateral
- a rotação interna, pela ação do tibial posterior
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Conceito-chave
Tíbia e fíbula estão fraturadas, e a fíbula apresenta desvio. O contraforte lateral foi perdido; a musculatura anterolateral passa a favorecer valgo, tendência que precisa ser combatida na redução e na moldagem do gesso (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 29, Diáfise: o desvio depende da fíbula).
O contraste é a fratura isolada da tíbia com fíbula íntegra, que tende a varo. Não basta reconhecer que houve fratura tibial: a integridade e o alinhamento da fíbula mudam a previsão. O resumo destaca que até a deformidade plástica da fíbula deve ser corrigida quando participa do desalinhamento.
O gesso também precisa controlar rotação e alinhamento sagital. Nas instáveis, o capítulo descreve flexão do joelho para ajudar o controle rotacional e vigilância radiográfica nas primeiras semanas. Esses cuidados não substituem a direção coronal específica prevista neste caso.
Encurtamento aceitável varia com a idade. Para oito anos ou mais, a Tabela 29-5 dá 5 mm, e não uma tolerância universal de 2 cm. Um adolescente exige critérios mais rígidos que os de uma criança menor.
Por que esta questão foi criada. Inverte a situação da fíbula íntegra para testar se o aluno entende o contraforte lateral, em vez de repetir varo para toda fratura da tíbia.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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