Entre as causas propostas para o valgo pós-fratura metafisária proximal da tíbia na criança, a que melhor explica a deformidade surgir mesmo após fratura sem desvio e recidivar após osteotomia corretiva é
- a redução inadequada ou perdida no gesso
- a carga precoce sobre o membro
- o efeito de amarração da fíbula íntegra
- o crescimento fisário assimétrico, com hipercrescimento medial
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Conceito-chave
Se o valgo aparece depois de uma fratura sem desvio e volta após uma osteotomia corretiva, a explicação não pode se limitar ao alinhamento inicial. O resumo usa essas observações para sustentar o crescimento fisário assimétrico, com predomínio medial, como causa da maioria dos valgos pós-fratura metafisária proximal da tíbia (Rockwood crianças, 10ª ed., cap. 29, O valgo pós-fratura).
A diferença entre os lados produz angulação enquanto o osso cresce. Corrigir a forma com uma osteotomia não necessariamente encerra o estímulo desigual, o que ajuda a compreender a recidiva. Da mesma maneira, uma fratura inicialmente alinhada pode começar a deformar meses depois.
A tabela do resumo reúne outras hipóteses: redução inadequada ou perdida, interposição de partes moles, perda da contenção da pata de ganso, amarração pela fíbula e carga precoce. Elas não precisam ser negadas para reconhecer que não explicam igualmente bem as duas observações do enunciado.
Esse mecanismo dá sentido à história natural e à preferência por observação inicial. Uma correção cirúrgica precoce da geometria pode recidivar se o crescimento continuar assimétrico; quando há indicação tardia selecionada, o capítulo discute crescimento guiado medial.
Por que esta questão foi criada. Pede escolher a hipótese que explica duas observações concretas, em vez de decorar que várias teorias já foram propostas para Cozen.
Por que cada alternativa está certa ou errada? O comentário completo, alternativa por alternativa, está no site, junto com revisão espaçada e desempenho por tema.
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